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30 de abril de 2014
Paulo Câmara se reúne com desembargadora Nágila Brito para definir convênio sobre Botão do Pânico

Paulo Câmara se reúne com desembargadora Nágila Brito para definir convênio sobre Botão do Pânico

O vereador Paulo Câmara reuniu-se hoje (30) com a desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Nágila Britto, para afinar a estratégia de implantação do aplicativo para smartphones do Botão do Pânico em Salvador. Também participaram da reunião no Tribunal de Justiça da Bahia o coronel Peterson Portinho, superintendente da Superintendência de Segurança Prevenção a Violência do Salvador (Susprev); o juiz auxiliar da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Salvador, Cássio Miranda; o diretor de orçamento da Secretaria de Planejamento do TJ-BA, Maurício Dantas; o procurador jurídico da Câmara Municipal de Salvador Gildásio Alves; e Leonardo Araújo, da equipe técnica de Paulo Câmara.

“Trata-se de uma mobilização de diversos segmentos da sociedade, de um verdadeiro trabalho em equipe, para tratar este assunto com muita seriedade, pois Salvador ocupa o segundo lugar no ranking nacional de homicídios de mulheres”, afirmou Paulo Câmara. “Vamos nos reunir no próximo dia 19 de maio para definirmos o convênio do Tribunal de Justiça da Bahia com o município de Salvador”, disse Paulo Câmara.

A desembargadora Nágila Brito demonstrou entusiasmo ao ser informada pelo coronel Portinho de que serão disponibilizadas duas viaturas e oito homens para garantir a segurança das mulheres. “Precisamos dar visibilidade ao Botão do Pânico com viaturas plotadas circulando nas áreas onde vivem essas mulheres em situação de risco para que os agressores sintam-se intimidados e fazer valer a medida protetiva”, afirmou a desembargadora.

Implantação
Paulo Câmara tem feito constantes esforços para viabilizar a implantação do dispositivo em Salvador ou até mesmo em toda a Bahia. O edil já se reuniu com o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa; com o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Eserval Rocha; com a juíza Márcia Lisboa, da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Salvador; além da coordenadora do Grupo de Atuação em Defesa da Mulher do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), Márcia Teixeira.