Paulo Câmara se reúne com desembargadora Nágila Brito para definir convênio sobre Botão do Pânico
O vereador Paulo Câmara reuniu-se hoje (30) com a desembargadora do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Nágila Britto, para afinar a estratégia de implantação do aplicativo para smartphones do Botão do Pânico em Salvador. Também participaram da reunião no Tribunal de Justiça da Bahia o coronel Peterson Portinho, superintendente da Superintendência de Segurança Prevenção a Violência do Salvador (Susprev); o juiz auxiliar da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Salvador, Cássio Miranda; o diretor de orçamento da Secretaria de Planejamento do TJ-BA, Maurício Dantas; o procurador jurídico da Câmara Municipal de Salvador Gildásio Alves; e Leonardo Araújo, da equipe técnica de Paulo Câmara.
“Trata-se de uma mobilização de diversos segmentos da sociedade, de um verdadeiro trabalho em equipe, para tratar este assunto com muita seriedade, pois Salvador ocupa o segundo lugar no ranking nacional de homicídios de mulheres”, afirmou Paulo Câmara. “Vamos nos reunir no próximo dia 19 de maio para definirmos o convênio do Tribunal de Justiça da Bahia com o município de Salvador”, disse Paulo Câmara.
A desembargadora Nágila Brito demonstrou entusiasmo ao ser informada pelo coronel Portinho de que serão disponibilizadas duas viaturas e oito homens para garantir a segurança das mulheres. “Precisamos dar visibilidade ao Botão do Pânico com viaturas plotadas circulando nas áreas onde vivem essas mulheres em situação de risco para que os agressores sintam-se intimidados e fazer valer a medida protetiva”, afirmou a desembargadora.
Implantação
Paulo Câmara tem feito constantes esforços para viabilizar a implantação do dispositivo em Salvador ou até mesmo em toda a Bahia. O edil já se reuniu com o secretário de Segurança Pública da Bahia, Maurício Barbosa; com o presidente do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA), Eserval Rocha; com a juíza Márcia Lisboa, da 1ª Vara de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher em Salvador; além da coordenadora do Grupo de Atuação em Defesa da Mulher do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), Márcia Teixeira.
