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1 de agosto de 2014
Plano Salvador 500 quer construir a cidade que a população deseja

Plano Salvador 500 quer construir a cidade que a população deseja

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Paulo Câmara reiterou o compromisso do legislativo nesse processo

Planejar a cidade para 2049, quando Salvador completará 500 anos, de forma democrática e comprometida com os anseios sociais. Esse é o principal objetivo do Plano Salvador 500 – Plano de Mobilização e Participação Social, cuja primeira reunião foi realizada na manhã de hoje (1º), no Lounge Norte da Arena Fonte Nova. Compareceram à abertura do evento o prefeito ACM Neto, o presidente da Câmara Municipal, Paulo Câmara, secretários municipais, lideranças, técnicos da prefeitura e representantes da sociedade civil organizada.

A expectativa é que o projeto remodelado e completo seja enviado para apreciação dos vereadores de Salvador em junho de 2015. “Acho de extrema importância essa discussão, visto que o que se ouve é que, nas versões anteriores, o plano teve pouca transparência e participação popular. Hoje a cidade inova no sentido de ouvir a população e a sociedade civil organizada para debatermos, de forma clara, qual futuro nós queremos para a nossa cidade”, salientou Paulo Câmara, frisando que o legislativo estará participando ativamente desse processo. “Assim que for encaminhado à Câmara, daremos legitimidade ao Plano”.

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População e representantes da sociedade civil organizada estavam presentes

Planejamento
“Sem planejamento, uma cidade não vai construir de maneira correta o seu futuro”, disse o prefeito ACM Neto, convidando a todos, neste primeiro ato, a participarem da elaboração do Plano. A prefeitura municipal, neste processo, tem a responsabilidade de conduzir e articular o debate. O prefeito registrou a importância da parceria com a Câmara Municipal, não só na aprovação do projeto, como também no seu envolvimento.

O Plano vai ser elaborado em quatro etapas: estudos básicos, estudos analíticos, estratégia de desenvolvimento e política urbana. Depois será a fase de formulação dos dois importantes instrumentos normativos: o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e a Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo (LOUOS).