Itens relacionados ao capítulo “Saúde” foram debatidos na 11ª audiência pública do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), no Centro Cultural da Câmara, com a presença de vereadores, representantes do Executivo Municipal e integrantes da sociedade civil organizada.
A diretora de Planejamento e Gestão da Secretaria Municipal de Saúde, Rosa Virgínia Fernandes, falou dos pontos fundamentais para a estruturação da saúde em Salvador: a elaboração de um novo Plano Municipal de Saúde; o direcionamento da oferta de serviços e equipamentos às necessidades da população; a reorientação do modelo de atenção à saúde; a consolidação do processo de implantação do Programa Saúde da Família (PSF); além de o aperfeiçoamento da organização espacial da distribuição da rede de saúde.
Representando o Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (UFBA), o professor Sebastião Antônio Loureiro Silva reconhece os avanços em prevenção. “Saúde é coisa cara. É importante que fique claro o investimento que será feito para que Salvador seja uma cidade saudável”, ressaltou.
O presidente do Conselho Municipal de Saúde, Marcos Antônio Sampaio, questionou pontos do Plano Diretor relacionados à área em discussão. “O PDDU deve refletir a cidade que a gente vive. Precisamos destacar a importância do controle social. É necessário que seja reafirmada a necessidade do fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS)”, destacou.
