Bate-papo com jovens aprendizes sobre vida pública

Foi com um auditório lotado de jovens aprendizes que o deputado estadual Paulo Câmara ministrou uma palestra na tarde de hoje (22), a convite do Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), dentro da programação da Semana do Jovem Trabalhador.

O encontro foi realizado no auditório do Centro Universitário Estácio da Bahia (Estácio FIB), na unidade da Calçada, em Salvador. Na oportunidade, o deputado contou um pouco sobre a sua experiência de vida e sobre sua trajetória nos 20 anos de vida pública.

Para a plateia, composta de jovens de 14 a 20 anos, Paulo Câmara relembrou da sua primeira experiência de trabalho como estagiário do Banco do Brasil, do seu sonho de ser auditor fiscal, já que era estudante de Economia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), e de quando, de repente, ingressou na vida pública, em 1998.

Além de citar as conquistas obtidas como vereador de Salvador, da sua experiência em Brasília como secretário nacional de Assuntos Federativos e, mais recentemente, da sua eleição para deputado estadual pela Bahia, Paulo Câmara chamou a atenção dos jovens para o mercado de trabalho.

“Existe um mundo de oportunidades, mas é preciso ter estímulo para crescer na vida, com trabalho, dedicação e princípios. Tudo isso é observado pelos supervisores de vocês, então, construam uma relação de respeito, para que tenham êxito na carreira de vocês”, aconselhou Paulo Câmara.

Transformando praças urbanas em espaços educativos

Praça Irmã Dulce
Foto: Valter Pontes/ Prefeitura de Salvador

Você já imaginou como as praças tem um grande potencial educativo? Disseminar este conhecimento é o objetivo da primeira convocação do “Mundial da Educação”, movimento da sociedade civil que objetiva expandir a experiência educacional para além da sala de aula e, assim, ampliar as oportunidades de acesso à aprendizagem.

As praças são consideradas espaços ideais para disseminar conhecimento por serem locais abertos, destinados à convivência e tradicionalmente usados para o diálogo. Segundo Agda Sardenberg, coordenadora executiva e especialista em educação integral da Associação Cidade Escola Aprendiz, estar na praça é mais do que ocupar um espaço público, é também um exercício de cidadania, pois tudo o que dialoga ou se expressa no espaço pode se tornar uma oportunidade de reflexão e de descobertas.

A interação com esses espaços públicos podem motivar o resgate da memória e da história do local, através do contato com as pessoas. As chamadas praças-jardim podem ser um mote para o estudo das espécies existentes naquele local. A criatividade do educador o leva a explorar diversos temas que abrangem várias disciplinas. A oportunidade também é propícia para estimular os alunos a fazer indagações e procurarem as respostas.

Conheça aqui algumas ideias da utilização das praças para a aprendizagem: