Paulo Câmara comenta pesquisa da Folha sobre acesso à internet nas Câmaras do País

Camara MunicipalA Folha de São Paulo divulgou, no fim de maio, uma pesquisa apontando que 49,2% das Câmaras Municipais do país, ou 2828 cidades, não possuem site na internet. Cerca de 63% das Câmaras do Nordeste não possuem um portal, de acordo com levantamento do Interlegis (www.interlegis.com.br), um programa do Senado Federal para modernização e integração dos Poderes Legislativos do Brasil.

Mas a região não é a menos conectada – a região Norte está no topo com 73%. A cidade do Amapá chegou ao número recorde de 100% de cidades sem website. Como aponta o vereador Paulo Câmara, ter um portal na internet é uma exigência da Lei 12.527/2011, mais conhecida como Lei de Acesso à Informação Pública (LAI), que traz normas para a transparência na gestão pública.

Portal da Transparência
Entre os dados disponíveis no Portal da Transparência da Câmara Municipal de Vereadores (www.cms.ba.gov.br) estão informações sobre projetos, sessões, orçamento, contratos e licitações, despesas dos vereadores, recursos humanos, além do trâmite das proposições parlamentares.

O vereador, como presidente da Câmara de Salvador, tem implantado outras ações em prol da transparência, como a ampliação para sinal aberto e em alta definição da TV Câmara, ainda neste semestre, para que os telespectadores possam acompanhar a atuação da Casa. “Reafirmo nosso compromisso com ações que visem fortalecer a transparência na Câmara, contribuindo para aproximar esta Casa do cidadão”, frisou Paulo Câmara.

Economize na compra de material escolar

Wilson dias ABR
Foto: Wilson Dias/ Ag. Brasil

O mês de janeiro é uma época com muitas despesas para as famílias. Além dos gastos com férias, impostos, há a compra do material escolar para os filhos. Este ano, estima-se que o custo do material escolar tenha subido em média 12%, podendo atingir a faixa dos 18% em Salvador. Conheça algumas estratégias para economizar com essa despesa.

A primeira dica é reaproveitar o que sobrou do ano anterior. Compre somente o que for necessário e use de novo mochilas, lancheiras, estojos e outros itens que estiverem em bom estado. Reaproveite livros também, trocando-oscom alunos de outras séries ou comprando seu material didático usado. Não se esqueça de procurar livros em sebos, onde os preços podem sair bem mais em conta.

Na hora de comprar, a dica é a mesma que na realização de qualquer outra aquisição: pesquise sempre antes de fechar negócio. Os preços podem variar muito entre uma loja e outra. E aproveitando a era digital, não se esqueça de estender a procurar à internet. Na hora do pagamento, vale perguntar se há desconto a vista.

Alguns pais recorrem a outras estratégias, como se reunir em grupos para barganhar descontos. Vale também conferir se a escola é conveniada com alguma livraria ou papelaria, que pode vender o material escolar por um preço mais baixo.

Lição financeira
A última dica é evitar levar as crianças para comprar o seu próprio material. Elas são mais suscetíveis a apelos comerciais e podem preferir os produtos de personagens (que são mais caros). Se resolver atender ao pedido dos seus filhos, negocie: escolha quais produtos ele poderá levar e mostre o que é possível comprar com o dinheiro economizado.