Lei que obriga academias a ter equipamentos de medir pressão é elogiada pelo Cref

Paulo Câmara se reúne com presidente do CREFO presidente do Conselho Regional de Educação Física (CREF BA – SE), Paulo César Vieira Lima, se reuniu na tarde de segunda-feira (11) com o vereador Paulo Câmara. Na pauta, o projeto de lei de sua autoria, que obriga as academias de ginástica e estabelecimentos similares a disponibilizar equipamento para aferir pressão arterial e estetoscópio, cuja lei foi sancionada na semana passada pelo prefeito ACM Neto.

De acordo com o texto, os equipamentos devem ser utilizados antes e depois dos exercícios físicos para checar se o aluno está apto ou não a fazer esforço físico. “É uma medida preventiva que vai garantir o bem-estar dos alunos de academias”, salientou Paulo Câmara. Para o presidente do CREF, a nova legislação é muito importante. “Sempre que possível, a gente tem que proteger a sociedade”, disse.

Na oportunidade, Paulo César aproveitou para pedir o apoio na fiscalização do cumprimento da lei 7.656/2009, que estabelece normas para atuação do professor de educação física no município. “Para se ter uma ideia, Salvador possui mais de 400 escolas, entretanto, a informação que temos é que somente 40 profissionais estão atuando. No mínimo, cada escola deveria ter um”, contou.

Confira o projeto de lei neste link.

 

PL Nº 201/2011 – Obriga academias de ginástica a disponibilizar desfibrilador em suas unidades

Muitas pessoas se matriculam em academias de ginástica e começam a fazer exercícios físicos sem a realização dos devidos exames médicos e acompanhamento de um especialista. No entanto, a hipertensão e as doenças cardíacas muitas vezes são patologias silenciosas que não necessariamente manifestam sintomas e estão se tornando muito comuns nas grandes cidades devido ao sedentarismo, má alimentação, ritmo de vida agitado etc. Ao realizar atividades físicas de forma inadequada, um cardiopata pode ter complicações no decorrer do treino, como uma parada cardíaca, por exemplo, vindo a falecer caso não tenha o atendimento necessário no tempo adequado.

Em casos de parada cardíaca, quanto mais rápido o paciente for atendido maiores são as chances de sobrevivência. Pensando nisso, o vereador Paulo Câmara elaborou um projeto de lei que obriga as academias de ginástica e estabelecimentos similares a terem em suas unidades um desfibrilador externo para socorrer os clientes, caso algum deles tenha um ataque cardíaco durante os exercícios. A proposta ainda prevê que os profissionais de educação física desses locais sejam submetidos a um curso de capacitação para usar o equipamento, passando por reciclagem semestralmente. A ideia é similar à obrigatoriedade do esfigmomanômetro (aparelho que aufere a pressão arterial) e estetoscópio nas academias, projeto também proposto por Paulo Câmara e que foi sancionado pelo prefeito ACM Neto no dia 6 de agosto.

Leia o projeto na íntegra:

Projeto obriga academias a disponibilizar desfibriladores

 

PL 226 /2007- Dispõe sobre a utilização de equipamento para aferir pressão arterial e estetoscópio em academias de ginástica e estabelecimentos similares

A prática regular de exercícios físicos traz inúmeros benefícios para a saúde. Contudo, alguns detalhes devem ser observados para a realização das atividades. A aferição da pressão arterial, por exemplo, é muito importante para saber se o aluno está apto ou não, em um determinado momento, a fazer esforço físico.

Apesar da ausência de sintomas, a pressão arterial elevada pode causar danos ao corpo. Estima-se que apenas 10% da população controla a pressão. Pessoas com problemas de pressão devem fazer a aferição diariamente, tanto para a pressão considerada baixa como a alta. Em alguns casos, é necessário tomar medicação.

Diante desta realidade, Paulo Câmara deu entrada no Projeto de Lei 226 /2007, determinando que academias de ginástica e estabelecimentos similares devem disponibilizar equipamento para aferir pressão arterial (esfignomanômetro)  e estetoscópio.

De acordo com o texto, o instrumento deve ser utilizado antes e/ou depois de atividades físicas. “É uma medida preventiva em benefício ao bem estar dos usuários de academias. As pessoas se sentirão estimuladas a aferir a pressão arterial e terão condições de se exercitarem com segurança”, justifica Paulo Câmara.

Confira o projeto na íntegra

Projeto Pressão arterial