Dia Mundial da Luta Contra a Aids une forças para conscientização

vereador paulo câmaraCausada pelo vírus HIV (sigla em inglês para vírus da imunodeficiência humana), a Aids é uma doença que ataca o sistema imunológico do homem, impedindo o corpo de se defender de forma eficiente de outras doenças. O organismo fica vulnerável a uma série de enfermidades, as chamadas doenças oportunistas. Devido à gravidade, ao rápido avanço e ao preconceito que ainda cerca quem é portador do vírus, foi instituído o 1º de dezembro como o Dia Mundial da Luta Contra a Aids.

A data foi criada em outubro de 1987 pela Assembleia Mundial de Saúde, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o dia foi instituído em 1988. O objetivo dos órgãos é estimular a tolerância, a solidariedade e a compaixão em relação às pessoas infectadas. De acordo com o relatório da ONU, no Brasil, entre 2005 e 2013, as infecções por HIV aumentaram 11%. Só no ano passado, o país concentrou 47% dos casos surgidos na América Latina.

Laço Vermelho
Muitas pessoas identificam a passagem do Dia Mundial da Luta Contra a Aids através do laço vermelho, semelhante ao usado nas campanhas do Outubro Roza e do Novembro Azul, com suas respectivas cores. O laço é usado para demonstrar empatia e comprometimento com o combate à doença.

A escolha do vermelho se deu pela analogia que se faz da cor com o sangue e com a paixão. O projeto do símbolo foi criado em 1991 pela Visual Aids, grupo de profissionais de arte, de Nova Iorque, que queriam homenagear amigos e colegas que haviam morrido ou estavam morrendo de aids. O projeto foi inspirado no laço amarelo usado para honrar os soldados americanos que lutaram na Guerra do Golfo.

Transmissão
A aids pode ser transmitida através do contato com sangue, sêmen, secreção vaginal e leite materno. Por isso, as formas de contágio principais são através de relações sexuais – hetero ou homossexuais –, compartilhamento de seringas ou objetos cortantes que não foram devidamente esterilizados, transfusão de sangue contaminado e do aleitamento materno.

Vida Normal
Descobrir que tem o vírus HIV não é mais uma sentença de morte. Hoje, o tratamento está muito avançado e é feito à base de antirretrovirais, que diminuem muito a carga viral do infectado, possibilitando que ele tenha qualidade de vida. No entanto, o melhor é prevenir a doença. Não acreditar em determinados mitos – como o que diz que só se pega HIV quem faz parte de grupos de risco – e fazer sexo seguro sempre.

Dia Mundial da Alfabetização

Dia Mundial da alfabetizaçãoO Dia Mundial da Alfabetização é comemorado no dia 8 de setembro. A data foi criada em 1967 pela Organização das Nações Unidas (ONU) com o objetivo de estimular a alfabetização nos países. No Brasil, existe um dia similar desde o ano de 1930 e comemora-se em 14 de novembro. A alfabetização, no seu sentido prático, é o domínio adquirido da leitura e da escrita. Seguindo o curso escolar natural, as crianças são alfabetizadas por volta dos seis anos. Os métodos de ensino mais utilizados nesse processo carregam os nomes dos seus precursores. Tem-se como exemplos Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire.

Entretanto, apesar de estar alfabetizado confere ao indivíduo a capacidade de decodificar os sinais do alfabeto de modo a formar sílabas, palavras e frases e construir um sentido a partir delas, esse é só o passo inicial. Contudo, a alfabetização no seu sentido pleno é um processo mais complexo. Além de leitura e escrita, também comporta a capacidade de interpretação, compreensão, produção de sentido e de conhecimento. É o que se chama de letramento.

Analfabetismo funcional
Quando, apesar de saber ler – no sentido de identificar as letras e palavras – e reconhecer números, o indivíduo não consegue interpretar e extrair informações acerca da leitura e nem realizar operações matemáticas, ele é considerado analfabeto funcional – não saber de fato ler e escrever é chamado de analfabetismo absoluto. Existem vários níveis de analfabetismo funcional, que é um grande problema nas escolas brasileiras devido à precariedade do ensino. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui 18,3% da sua população composta por analfabetos funcionais. Para o órgão, entram nessa categoria todas as pessoas de 15 anos ou mais com menos de 4 anos de estudo completo sobre o total da população da mesma faixa etária.

Cidadania
Muito educadores afirmam que a alfabetização, mais do que ler e escrever, é um modo de inclusão do indivíduo na sociedade, já que é através dos códigos da linguagem que ele poderá interagir de forma plena com o ambiente que o rodeia. Um deles foi o pedagogo Paulo Freire, que sempre defendeu a alfabetização como uma ferramenta de transformação. Para Freire, alfabetizar era uma forma de criar uma sociedade mais igualitária.

Dia da Infância é comemorado no domingo, 24 de agosto

Dia da InfânciaUma data para refletir. Esse é o objetivo do Dia da Infância, comemorado no dia 24 de agosto. Enquanto o 12 de outubro, quando se comemora o Dia das Crianças no Brasil, é um momento de alegria, sorrisos, brincadeiras e presentes, a data do mês de agosto visa estimular as pessoas a pensar a situação das crianças ao redor do mundo. No seu país, bem como em todos os outros lugares. A data foi instituída pelo Fundo das Nações Unidas pela Infância (Unicef), órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) voltado para a infância.

Atualmente, considera-se como criança todo indivíduo que tem até 12 anos incompletos. No entanto, o conceito de infância como o entendemos hoje – que comporta o entendimento de que criança são indivíduos com necessidades, construções psicológicas e particularidades, diferenciadas – só surgiu na Idade Moderna. Até o período medieval, as crianças eram vistas como adultos que somente iriam ainda crescer fisicamente.

Dia de reflexão
O Dia da Infância é, portanto, uma oportunidade para se pensar sobre o que é possível fazer para melhorar a situação dos pequenos, assumindo que são indivíduos mais vulneráveis e que precisam de atenção especial. Um grande passo foi dado com a proclamação da Declaração dos Direitos das Crianças pela Assembleia das Nações Unidas, em 20 de novembro de 1959. O documento estabelece os direitos fundamentais de todas as crianças em nível internacional. No Brasil, teve impacto semelhante a aprovação do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), ocorrida em 13 de julho de 1990.

Entretanto, ainda há muito que ser feito, principalmente, nos países pobres e em desenvolvimento. De acordo com o relatório Situação Mundial da Criança 2014, elaborado pelo Unicef, em 2012, morreram em todo o planeta 18 mil crianças por dia, a maioria de causas evitáveis. Ainda segundo o estudo, cerca de 230 milhões de meninos e meninas menores de cinco anos nunca foram registrados. No Brasil, políticas públicas voltadas à infância também são necessárias. Dados do Unicef mostram que o país tem 535 mil crianças entre 7 e 14 anos fora da escola e diariamente 129 casos de violência, física, sexual e psicológica contra menores de idade são denunciados ao Disque 100.

Projetos
Por pensar nas necessidades específicas das crianças, o vereador Paulo Câmara criou vários projetos direcionados aos meninos e meninas de Salvador. Entre eles, as propostas que indicam a instituição da Frente Parlamentar de Prevenção e Combate à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes, as Delegacias Especializadas de Repressão a Crimes contra Crianças e Adolescentes e a criação de uma força tarefa policial para combater a violência sexual contra crianças e adolescentes.

ONU Mulheres lança campanha na Copa do Mundo pela igualdade

He for She - Foto - Reprodução Site ONU Mulheres
Foto: Reprodução Site ONU Mulheres

ONU Mulheres lançou a ação global #HeForShe (Ele por ela) no Brasil, pela primeira vez, durante a Copa do Mundo de Futebol, para promover a igualdade de gênero e o empoderamento das mulheres. O objetivo é engajar homens e meninos para novas relações de gênero sem atitudes e comportamentos machistas.

Os rapazes podem fazer o registro fotográfico da torcida masculina para expressar a adesão à mensagem #HeForShe e incentivar imagens de igualdade e cuidado entre homens e mulheres. Ao cederem suas imagens, os torcedores – na diversidade de nacionalidades – estão canalizando parte da energia esportiva e integração dos povos para a causa da igualdade de gênero.

Por que não fotografar seus amigos, parentes, vizinhos, colegas de trabalho, ampliando a campanha #HeForShe? Colabore para propagar mensagens de igualdade entre homens e mulheres na Copa do Mundo.

Faça uma fotografia de um ou mais homens, segurando a mensagem #HeForShe e identificando o nome do seu país. Cada imagem deve ser autorizada pela pessoa registrada e ter cessão de crédito da fotógrafa ou do fotógrafo para que seja utilizada nas redes sociais e em materiais da campanha no mundo. As imagens devem enviadas para onumulheres.brazil@gmail.com

No período de 12 de junho a 13 de julho, as imagens serão divulgadas no facebook da ONU Mulheres Brasil (facebook.com/onumulheresbrasil) e da #HeForShe (facebook.com/heforshe).

 

Baixe os documentos necessários clicando aqui.

 

Dia Internacional para a Tolerância

cards-como-conviver-melhor-no-transito-620x342-002No dia 16 de novembro, comemora-se o Dia Internacional para a Tolerância. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1995, visando estimular a convivência pacífica entre povos vizinhos.

O dia da tolerância foi produto do Ano das Nações Unidas para a Tolerância. A data é a mesma em que foi assinada a Declaração de Paris, documento com 185 países signatários e que reafirma os direitos humanos fundamentais e reconhece a fé na dignidade e valores humanos. Entendeu-se que estimular a tolerância e a convivência entre os países vizinhos era a melhor forma de evitar guerras e conflitos, principalmente em tempos de globalização, em que as nações estão cada vez mais próximas umas das outras.

A Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (Unesco) estabeleceu modos de superar a intolerância. Para respeitar as diferenças culturais, étnicas e sociais seria necessário que os países se valessem de cinco instrumentos: a lei, a educação, o acesso à informação, a consciência individual e soluções locais.

Tolerância no trânsito
Para além das relações entre nações, um dos lugares mais propensos a conflitos é o trânsito. Além dos engarrafamentos, ainda enfrenta-se motoristas que desrespeitam as normas de tráfego.

Diante dessa realidade, ruas sinalizadas e bem cuidadas, com equipamentos de trânsito em bom funcionamento, fazem parte da fluidez necessária do tráfego urbano, mas não são suficientes para manter um trânsito seguro e sem violência.

De acordo com a doutora em engenharia de trânsito e transporte, Ilce Marília Pinto, professora do Departamento de Transportes da Escola Politécnica da Universidade Federal da Bahia (Ufba), a busca por uma convivência harmoniosa depende também de uma mudança de atitude, a começar pelo respeito aos mais vulneráveis. “Em primeiro lugar ao pedestre, depois aos ciclistas, aos motociclistas, aos automóveis e a outros veículos de grande porte”.

O que é sustentabilidade?

Sustentabilidade, segundo o dicionário Michaelis é a qualidade de que é sustentável, de um processo ou sistema que consegue se manter por certo tempo. A primeira grande discussão a respeito do tema aconteceu na década de 70, em Estocolmo, na Suíça, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano. A noção surgiu devido à preocupação dos países a respeito da degradação dos recursos naturais.

A noção de sustentabilidade que tem sido propagada atualmente é ligada a ideia de desenvolvimento sustentável. A definição foi sistematizada no “Relatório Brundtland”, publicado em 1987, onde se afirma que sustentabilidade é “suprir as necessidades da geração presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprir as suas”.

Embora esteja frequentemente associada a questões ambientais, a palavra sustentabilidade pode ser aplicada a outras áreas como a social, a economia e a política.

Transformando o conceito em atos
O que fazer para preservar os recursos naturais para as gerações futuras? Pequenas atitudes podem fazer a diferença. Fazer a sustentabilidade passar da teoria para a ação envolve de pequenos a grandes movimentos. Reciclar o lixo, priorizar o transporte coletivo, evitar usar sacolas plásticas e consumir menos energia são coisas que todos nós podemos fazer. Já grandes empresas podem contribuir usando placas de energia solar e investindo em tecnologias mais eficientes, por exemplo.

Brasil busca 8 Jeitos de Mudar o Mundo

8 jeitos de mudar o mundo-Vereador Paulo CâmaraAté 2015, governos de todo o mundo têm um enorme desafio a superar: combater os maiores problemas socioeconômicos que acometem os países. Esta meta, chamada de Declaração do Milênio, foi estabelecida no ano de 2000 pela Organização das Nações Unidas (ONU), através dos Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM).

A versão brasileira é chamada de 8 Jeitos de Mudar o Mundo e tem como premissas: 1) Acabar com a Fome e a Miséria; 2) Educação Básica de Qualidade para Todos; 3) Igualdade entre Sexos e Valorização da Mulher; 4) Reduzir a Mortalidade Infantil; 5) Melhorar a Saúde das Gestantes; 6) Combater a Aids, a Malária e outras doenças; 7) Qualidade de Vida e Respeito ao Meio Ambiente; e 8) Todo Mundo Trabalhando pelo Desenvolvimento.

Declaração do Milênio
A Declaração do Milênio define diversos compromissos assumidos pelos 191 países-membros e, se cumpridos nos prazos estabelecidos, irão melhorar, e muito, o futuro da humanidade.

Os Oito Objetivos – contendo 22 metas, sendo 24 no Brasil, e 48 indicadores – podem ser monitorados por todos os países-membros. Os resultados podem ser comparados e avaliados entre si. Os cidadãos, que também podem colaborar com os governos, podem acompanhar esses dados e cobrar resultados de seus representantes.

Brasil
No Brasil, a população pode acompanhar os dados relativos a cada um dos 5.564 municípios brasileiros, em tempo real, através do Portal ODM (http://www.portalodm.com.br/), e ainda pode contribuir com o processo de implementação de políticas públicas na sua cidade. O portal também possibilita que as empresas tenham parâmetros para definir suas ações de responsabilidade social no âmbito dos municípios.

A ferramenta é de iniciativa do Observatório de Indicadores de Sustentabilidade (Orbis), programa Sesi do Paraná, Sistema Fiep e Instituto de Promoção do Desenvolvimento (IPD), sob a coordenação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) e apoio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Movimento Nós Podemos Paraná, Núcleo de Apoio a Políticas Públicas (NAPP), Ministério do Planejamento e Secretaria Geral da Presidência da República.

Com informações do site ODM – Acompanhamento Municipal dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio

Dia Mundial da Alfabetização

Dia Mundial da Alfabetização-Vereador Paulo CâmaraO Dia Mundial da Alfabetização, comemorado no dia 8 de setembro, foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) através da UNESCO, instituição criada para buscar reduzir os números de analfabetismo em todos os países do mundo.

São considerados analfabetos aqueles que não sabem ler ou escrever e também os que somente sabem escrever o nome. Ser alfabetizado, no sentido amplo, é importante para ter acesso a uma rede de conhecimentos e fazer valer o seu direito.

Cidadania
Ser alfabetizado plenamente garante o acesso à cidadania. Ter acesso ao conhecimento permite que as pessoas conheçam quais são os seus direitos e tenham melhores oportunidades de trabalho. Segundo a Unesco, a educação é “o melhor investimento que as nações podem fazer para construir sociedades prósperas, saudáveis e igualitárias”.

Índices
Durante a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domícilios (Pnad), em 2011, constatou-se que no Brasil a taxa média de analfabetismo é de 8,6%. No Nordeste esse índice quase dobra, subindo para 16,9%. Na Bahia, a situação não é tão diferente: a média é de 14%.

Uma categoria desse grupo que causa grande preocupação são os analfabetos funcionais. Para o IBGE, são aqueles com 20 anos ou mais que passaram até quatro anos na escola. Porém, especialistas na área consideram analfabetos funcionais aqueles que não são capazes de interpretar um texto, que não domina a habilidade da escrita.

Campanhas para a Alfabetização
Uma matéria publicada no site do Terra mostra que o ano de 2012 encerrou a Década das Nações Unidas para a Alfabetização, coordenada pela Unesco, que lançou a campanha “Alfabetização como Liberdade”. Em 2005, o órgão lançou a Iniciativa de Alfabetização para o Empoderamento. O objetivo da Educação para Todos – parte dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio lançado pela ONU em 2000 -, de aumentar para 50% os níveis de alfabetismo até 2015, é o objetivo geral para Década da Alfabetização.

Com informações do Terra