Foto: Reprodução Site Conselho Regional de Farmácia do RS
A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS – Lei 12.305) determina que produtos potencialmente danosos ao meio ambiente, como medicamentos, devem ser descartados de maneira adequada. Para este tipo de produto vale a norma da Logística Reversa: o resíduo deve ser devolvido ao seu fabricante para que ele dê o destino final à sua mercadoria.
O lixo doméstico não é o destino de medicamentos vencidos ou que já deixaram de ser usados. Tampouco o é o descarte em água corrente, como em sanitários e ralos de pia. Se descartados desta forma, contaminam o solo, a água e até mesmo os animais.
Em Salvador e Região Metropolitana há mais de 30 estações coletoras de medicamentos, localizadas em diversas redes de farmácia (veja abaixo). Você deve conservar o remédio dentro da sua respectiva caixa. Na estação coletora terão as instruções para a devida separação e inutilização das embalagens.
Mais informações aqui (www.descarteconsciente.com.br)
A energia eólica é uma das fontes menos poluentes de produção de eletricidade. Além de não emitir gases poluentes ou resíduos tóxicos, é renovável e não depende do desmatamento ou intervenção em cursos d’água para a instalação de suas usinas.
Outra vantagem da expansão deste tipo de energia é a geração de emprego e renda. Os geradores elétricos são compatíveis com o uso do terreno para outras atividades, como a agropecuária. Desta forma, pequenos produtores rurais podem arrendar suas terras.
Potencial baiano
A boa notícia é que a Bahia tem grande potencial para instalação de usinas eólicas. Estima-se que nosso estado concentra 15% do potencial brasileiro de produção deste tipo de energia. Contamos com um parque eólico na região do sertão e outro está em construção. Juntos, eles terão capacidade superior à necessária para atender a uma cidade com quase dois milhões de habitantes.
A instalação de usinas de produção de energia elétrica demandará a instalação de uma estrutura de produção de peças de montagem e de manutenção no Pólo Industrial de Camaçari, gerando mais emprego para Salvador e Região Metropolitana.
Hoje (26), durante o Workshop de Vereadores da Região Metropolitana de Salvador e Recôncavo, realizado no Centro de Cultura de Mata de São João, Paulo Câmara lançou a proposta para a criação do Colegiado Permanente de Diálogo e Ação Sustentável da Região Metropolitana de Salvador, instância com a participação do Governo do Estado da Bahia, prefeituras da região e respectivos legislativos municipais.
A partir deste colegiado, seriam discutidos os problemas comuns que envolvem as cidades de Salvador, Camaçari, Candeias, Dias d’Ávila, Itaparica, Lauro de Freitas, Madre de Deus, Mata de São João, Pojuca, São Francisco do Conde, São Sebastião do Passé, Simões Filho e Vera Cruz, municípios que integram a Região Metropolitana de Salvador.
“A Região Metropolitana de Salvador, cujo PIB é praticamente metade de todo o PIB do estado, tem uma economia com reflexos em todas as outras regiões da Bahia. Por isso, creio que este colegiado poderia, inclusive, se transformar numa Secretaria Estadual de Gestão Metropolitana de Salvador; uma pasta com políticas públicas integradas para a RMS. Esta situação já é um case de sucesso em cidades como Belo Horizonte”, frisou Paulo Câmara.
Segundo o parlamentar, a Secretaria Estadual de Gestão Metropolitana de Salvador seria responsável pela articulação entre os diversos poderes institucionais, a iniciativa privada e a sociedade, “promovendo uma gestão compartilhada das funções públicas de interesse comum aos municípios sob uma ótica metropolitana, que leve em conta as particularidades e as reais necessidades de populações que, em termos práticos, ocupam um mesmo espaço urbano”.
O evento foi promovido pela Câmara Municipal de Mata de São João. Também foram palestrantes a procuradora Rita Tourinho, que abordou o tema “A rejeição das contas e o reflexo na improbidade administrativa”; o prefeito de Mata de São João, Marcelo Oliveira, que abordou as políticas do município focadas na educação; e o coordenador de Assistência dos Municípios do TCM, com o tema “Controle Interno no Âmbito Municipal.
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