Bikes para serviços de entrega

unnamed (3)Os problemas de mobilidade urbana, bem característicos das grandes cidades, estão motivando empresas que realizam entregas a criarem um novo diferencial nos seus negócios. O uso de bicicletas, ao invés de motos, está cada vez mais comum em companhias que precisam driblar o caos dos grandes centros urbanos. As magrelas, além de serem menos poluentes que a sua similar motorizada, permitem mais oportunidades de deslocamento, já que o seu trânsito nas ruas não está sujeito às mesmas regras de sinalização que as motos. Além disso, as bikes não usam combustível e têm manutenção mais barata, o que permite que as empresas diminuam os preços sem prejudicar os lucros.

Confira o que alguns desses empreendedores contaram na Revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios (PEGN) sobre suas experiências nesse novo tipo de entrega.

EcoBike
Em julho de 2011, o curitibano Cristian Trentin criou a EcoBike Courier, a primeira do Brasil a trabalhar com esse tipo de entrega. Hoje, a rede já possui franquias nas cidades de São Paulo, Porto Alegre e Cascavel e teve R$ 1 milhão de lucro em 2013. As entregas são feitas pelo próprio franqueado, cujo investimento inicial é de R$ 200 mil.

Loggi
A Loggi, criada em junho 2013, oferece para os seus clientes a possibilidade de acompanhar em tempo real, através de uma plataforma online, todo o trajeto do entregador. A companhia atua na Grande São Paulo. No entanto, inicialmente, a empresa trabalhava com motocicletas, já tradicionais. Mas os sócios perceberam as vantagens da utilização de bicicletas e hoje já usam os dois tipos de transporte.

Ecolivery
A Ecolivery Courrieros além de documentos, também leva nas bicicletas flores, calçados, chocolates, entre outros produtos. Fundada em outubro de 2012, a companhia tem mais de 35 clientes fixos e pretende triplicar os lucros de 2013 através da expansão dos serviços pela cidade de São Paulo.

Projeto Câmara Mirim 2014

image003A frase é clichê, mas nem por isso deixa de enunciar uma verdade: as crianças são o futuro da nação. E para transformar os pequenos em futuros cidadãos atuantes, o que pode ser melhor do que fazê-los exercitar a cidadania desde cedo? A Câmara dos Deputados está com inscrições abertas para a edição 2014 do projeto Câmara Mirim, que anualmente leva cerca de 400 estudantes do 5º ao 9º ano do ensino fundamental para atuar como deputados por um dia.

Podem participar alunos de escolas públicas e privadas matriculados regularmente. A sessão mirim deste ano acontecerá no dia 30 de outubro, na Câmara dos Deputados, em Brasília. Durante o evento, os alunos se reunirão, discursarão e votarão os projetos de lei elaborados por eles. Serão avaliadas três matérias selecionadas por uma comissão julgadora dentre as enviadas. As propostas deverão ser relativas à educação, cidadania, esportes, lazer, saúde, meio ambiente, entre outros especificados no regulamento.

Os projetos de lei podem ser enviados até o dia 5 de setembro pelo site da Câmara e 29 de agosto, caso a postagem seja feita pelos Correios. Só serão aceitos no Câmara Mirim alunos inscritos pela própria escola ou pelas Câmaras Mirins Municipais. O projeto é uma boa oportunidade para estimular a espírito de liderança, a autonomia e o poder de reflexão das crianças.

Concurso Encontre um Anjo

Participantes do evento Encontre um Anjo Foto: PEGN
Participantes do evento Encontre um Anjo Foto: Reprodução site PEGN

Se você não tem dinheiro na mão, mas uma ideia na cabeça, o programa Encontre um Anjo pode ser uma boa oportunidade para começar o seu negócio. O objetivo do projeto, vinculado ao Movimento Empreenda (Editora Globo), que está na sua segunda edição, é bem simples: promover o encontro entre autores de boas iniciativas com investidores dispostos a patrociná-las.

Para se inscrever, é preciso ser brasileiro, ter um projeto com menos de três anos de existência e não ter ganhado mais de R$ 1 milhão nos últimos 12 meses. O candidato pode apenas se inscrever, mas se quiser também pode gravar um vídeo (que tem que ser postado obrigatoriamente no Youtube ou no Vimeo) explicando a ideia. Na gravação, é preciso dizer qual a situação-problema que a sua iniciativa soluciona, apontar o público-alvo do seu serviço ou produto e de que forma ele será rentável e lucrativo. O vídeo não é obrigatório, mas contará como critério de desempate, caso haja equiparação entre dois candidatos. As inscrições ficam abertas até 20 de julho e podem ser feitas neste link.

O processo seletivo é composto de duas fases: na primeira, membros da Editora Globo, do Insper, da Anjos do Brasil e convidados selecionarão as 20 melhores propostas. Na segunda, os escolhidos preencherão um novo formulário e elaborarão um plano de negócios no modelo Canvas (modelo específico e organizado de apresentação de um plano de negócios). Seis iniciativas passarão para a fase final e seus criadores apresentarão as ideias em um evento que acontecerá no segundo semestre em São Paulo. Após a exposição, os finalistas terão duas sessões de aconselhamento. O ganhador, além do investimento, terá seu projeto como tema de uma reportagem da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

Se você se encaixa nesta proposta, aproveite a oportunidade e inscreva-se já. Boa sorte!

Ideias surpreendentes de negócio

A tendência do empreendedorismo atualmente é a criação de startups. Elas são pequenas empresas que surgem a partir de ideias inovadoras, geralmente relacionadas à tecnologia. Seu modelo de negócio se baseia na aposta em um produto, muitas vezes um equipamento ou um software, de baixo custo de execução, fácil reprodução e alta lucratividade, segundo artigo escrito pelo especialista na área Yuri Gitahy para a revista Exame.

As startups são uma tendência mundial e transformam em realidade ideias que pareciam pouco exequíveis em teoria. Conheça algumas das iniciativas inspiradoras dessas companhias ao redor do mundo destacadas pela revista Pequenas Empresas Grandes Negócios (PEGN) da edição de maio.

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Estados Unidos
Quer saber Se o trânsito está congestionado? Que tal ter a informação em tempo real enquanto espera o sinal ficar verde? Nos Estados Unidos, o semáforo Pop Pop desenha uma carinha triste se o trânsito está pesado e passa mensagens educativas. O sistema foi desenvolvido por alunos da Universidade de Nova York com apoio da Microsoft.

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China
A eBiqe é uma bicicleta elétrica inteligente. Ela dispõe de um painel conectado à internet que mostra sempre a melhor rota para o ciclista. O veículo é produzido pela Qoros, empresa ligada à montadora chinesa Chery. O produto ainda é um protótipo, mas estima-se que tenha valor de mercado aproximado de cinco mil euros.

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Vietnã
O triciclo Ta di Ôtô é um bar ambulante. Uma estrutura de canos de PVC é acoplada ao triciclo e serve de suporte utensílios de cozinha, ventiladores e mesa. O projeto é do estúdio suíço de design Bureau A.

 

Waternet

 

Holanda
Já imaginou um mictório que transforma resíduos em fertilizantes? Essa ideia sustentável já é realidade em ruas e parques de Amsterdã, na Holanda. A iniciativa é da empresa Waternet, especializada em tratamento e reaproveitamento de água.

 

Uma arena esportiva sustentável

Foto: Renato Cobucci/Imprensa MG
Foto: Renato Cobucci/Imprensa MG

A edição deste mês de maio da revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios destaca a obra de reforma do estádio Governador Magalhães Pinto, mais conhecido como Mineirão, que transformou a arena em um espaço sustentável.

Fique sabendo mais sobre a estrutura sustentável do Mineirão, que vai receber seis jogos durante a Copa do Mundo:

Cobertura
Só para vocês terem uma ideia, a cobertura do Mineirão recebeu seis mil painéis fotovoltaicos, com capacidade para abastecer cerca de 1200 casas. Esses painéis respondem por 40% da demanda total do estádio.

Água da chuva
A água da chuva é armazenada em um reservatório que tem capacidade para comportar seis milhões de litros, a fim de abastecer banheiros e usar na limpeza das áreas externas do estádio e na irrigação do gramado.

Refrigeração
Já o sistema de refrigeração utiliza um gás que não agride o meio ambiente, seguindo o padrão LEED (Leadership in Energy and Environmental Design) de sustentabilidade.

Entulho
Outro dado curioso é que 90% do entulho foi reutilizado para pavimentação de ruas e até para a construção de um aterro em um viaduto em Belo Horizonte. Um belo exemplo de como poupar o meio ambiente!

Durante as partidas
O consumo de energia elétrica é controlado por uma central que programa o acendimento das lâmpadas e dos 372 refletores do campo.

Os chuveiros, lavatórios e mictórios ganharam equipamentos que reduzem em 10% o uso de água.

O material reciclável é recolhido nas 400 lixeiras do estádio. O volume a ser coletado por jogo pode chegar a 300 quilos.

 

O que é Título de Utilidade Pública Municipal

Título de Utilidade Pública - Paulo CâmaraQual a importância para as sociedades civis, associações e fundações possuírem o Título de Utilidade Pública Municipal? A utilidade pública reconhece que a entidade presta serviços relevantes à sociedade.

Benefícios
Com a Utilidade Pública, a instituição poderá reivindicar, nos órgãos competentes, isenção de contribuições destinadas à seguridade social, pagamento de taxas cobradas por cartórios e imunidade fiscal (restrita às entidades de assistência social e de educação). O título concede ainda credibilidade para que a entidade possa ter direito de ter acesso às verbas destinadas à continuidade do trabalho social e educativo desenvolvido em prol do bem comum.

Requisitos
Para ter direito ao Título de Utilidade Pública, é necessário que a entidade tenha no mínimo um ano de fundação, esteja com a prestação de contas do último exercício financeiro atualizada, fazer jus à gratuidade dos membros da diretoria, ter personalidade jurídica (estar registrada em cartório) e possuir Ata de Fundação.

Em mãos de toda a documentação, representantes da entidade devem se dirigir a um vereador para solicitar a criação do projeto de lei. Após votação e aprovação pelos vereadores,  o projeto torna-se lei, com vigência de 5 anos.

Projeto de Paulo Câmara
O vereador Paulo Câmara, por exemplo, já concedeu ou renovou o Título de Utilidade Pública para instituições, como o Centro de Defesa da Criança e do Adolescente Yves de Roussan (Cedeca). A instituição, criada em 1991, combate o abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes.

Mais informações: 71 – 3320-0233

Transformando praças urbanas em espaços educativos

Praça Irmã Dulce
Foto: Valter Pontes/ Prefeitura de Salvador

Você já imaginou como as praças tem um grande potencial educativo? Disseminar este conhecimento é o objetivo da primeira convocação do “Mundial da Educação”, movimento da sociedade civil que objetiva expandir a experiência educacional para além da sala de aula e, assim, ampliar as oportunidades de acesso à aprendizagem.

As praças são consideradas espaços ideais para disseminar conhecimento por serem locais abertos, destinados à convivência e tradicionalmente usados para o diálogo. Segundo Agda Sardenberg, coordenadora executiva e especialista em educação integral da Associação Cidade Escola Aprendiz, estar na praça é mais do que ocupar um espaço público, é também um exercício de cidadania, pois tudo o que dialoga ou se expressa no espaço pode se tornar uma oportunidade de reflexão e de descobertas.

A interação com esses espaços públicos podem motivar o resgate da memória e da história do local, através do contato com as pessoas. As chamadas praças-jardim podem ser um mote para o estudo das espécies existentes naquele local. A criatividade do educador o leva a explorar diversos temas que abrangem várias disciplinas. A oportunidade também é propícia para estimular os alunos a fazer indagações e procurarem as respostas.

Conheça aqui algumas ideias da utilização das praças para a aprendizagem:

Projeto recupera áreas abandonadas

Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Você já imaginou o que pode fazer para deixar sua cidade mais agradável? Foi esse questionamento que deu origem ao movimento Canteiros Coletivos, iniciativa que recupera praças e canteiros em Salvador através da requalificação do espaço.

O grupo surgiu em 2012, a partir de discussões em grupos nas redes sociais. Havia o sentimento comum entre os participantes de que a cidade estava descuidada. Desde então, o movimento atua fazendo mutirões de limpeza, plantio e intervenção artística, revitalizando espaços públicos e tornando-os mais agradáveis. Outra ação é a mobilização de moradores, comerciantes e usuários de bairros para recuperação e conversão de determinadas áreas.

Os participantes dos mutirões contribuem com o que podem: ferramentas, mudas, materiais, divulgação e o que mais for necessário para concretizar a ação. A iniciativa é autônoma e está aberta a quem quiser participar. Para saber como aderir ao movimento, visite ao site da instituição.

Casas poderão receber Selo Leed

Construções sustentáveisAdotado por mais de 140 países, inclusive pelo Brasil, o Selo Leed é usado para certificar edificações construídas seguindo padrões de sustentabilidade. O Selo Leed é emitido pelo Green Building Council (Conselho da Construção Verde, em tradução livre), entidade que busca desenvolver a construção sustentável.

O reconhecimento, disponível há mais de uma década para prédios residenciais e comerciais, escolas, bairros, entre outros, passará a ser concedido também para casas. A equipe da Green Building Council no Brasil, entidade que emite a certificação, está estudando um modelo a ser seguido, que deverá ser lançado ainda este ano. A iniciativa se assemelha ao IPTU Verde, lei de autoria do vereador Paulo Câmara, que concederá descontos no IPTU para quem adotar medidas sustentáveis em suas edificações.

Para receber o Selo Leed, a construção deve atender a sete princípios: baixo impacto ambiental, eficiência no uso da água, inovação e processos, qualidade ambiental interna, eficiência no uso da energia, escolha por materiais de baixo impacto e redução na geração de resíduos e prioridade regional. A cada princípio atendido são somados pontos que definem a obtenção e o nível da certificação. É preciso obter uma pontuação mínima de 40 e o nível máximo é atendido com 110 pontos.

Sustentabilidade – O Selo Leed foi criado em 2000 pelo USGBC, Conselho de Construção Sustentável dos Estados Unidos. Desde 2007, ele é adotado no Brasil, após o país ganhar uma filial do Conselho. Atualmente, o Brasil é o 4º país em número de certificados no ranking mundial. Mais informações podem ser obtidas no site do GBC Brasil.