Sábado (27) marcou o 5º debate sobre o PDDU na Câmara

A Câmara Municipal de Salvador debateu neste sábado (27), no Centro de Cultura, o tema Zoneamento e Diretrizes para o Ordenamento do Uso e Ocupação do Solo, referente à 5ª audiência pública do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU).

O presidente da Casa Legislativa, vereador Paulo Câmara, falou sobre a complexidade do tema e destacou a importância da participação popular nas discussões do Plano Diretor. “Estamos discutindo o uso dos espaços da cidade. É importante que a população participe desse momento. Sabemos que é um tema complexo e, por isso, nos cercamos de todos os cuidados para debatê-lo. Temos uma comissão técnica preparada para auxiliar os vereadores e aqui também à disposição da população”, frisou.

Mudança no calendário
Durante a abertura do evento, Paulo Câmara informou a mudança no calendário das audiências, que a partir de 8 de março terá apenas uma edição por semana, atendendo a uma reivindicação da bancada de oposição da Câmara e também do público. Com isso, as audiências seguem até 11 de maio.

Representando a Secretaria Municipal de Urbanismo (Sucom), a urbanista Juliana Paes apresentou o Capítulo III, Título VIII, da proposta elaborada pela prefeitura que trata do Zoneamento, e o capítulo IV que traz as diretrizes para a revisão da Lei de Ordenamento e Uso do Solo (Louos). O debate seguiu com a participação do arquiteto Daniel Colina, da promotora de Justiça de Habitação e Urbanismo do Ministério Público do Estado da Bahia, Hortênsia Pinho, e também da coordenadora da Comissão Técnica do Projeto do PDDU na Câmara, a doutora em Arquitetura e Urbanismo, Lídia Santana.

Mesa
Além de Paulo Câmara, a mesa foi composta pelos vereadores Geraldo Júnior, Claudio Tinoco, Waldir Pires e Joceval Rodrigues. Também participaram do debate os vereadores Vânia Galvão, Gilmar Santiago, Pedrinho Pepê e Kiki Bispo.

Audiência devolutiva apresenta parecer das sugestões ao PDDU

Pela primeira vez, a Câmara Municipal de Salvador realiza audiência devolutiva sobre o projeto de lei do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU), para dar o parecer das propostas e sugestões feitas nos três encontros anteriores e daquelas encaminhadas através do site www.salvador.ba.leg.br.

O evento ocorreu hoje (25), no Centro de Cultura da Câmara, como parte da 4ª audiência pública entre as 16 que serão realizadas para debater o Plano Diretor na Casa Legislativa. No total, a Câmara recebeu 13 propostas de alteração do projeto de lei do PDDU e da Lei de Ordenamento do Uso e da Ocupação do Solo do Município (Louos).

Paulo Câmara, presidente da Câmara de Vereadores, destacou o pioneirismo da Casa ao realizar audiência devolutiva pela primeira vez. “Isso demonstra a transparência com que esse processo está sendo conduzido. Temos audiências em dias de semana, aos sábados e iremos alterar o calendário a partir de 8 de março para passar a realizar apenas uma por semana, estendendo a agenda até maio”, contou.

Oficinas
A Câmara também vai realizar oficinas para discutir o projeto na Assembleia Legislativa da Bahia, no bairro de Cajazeiras, no Subúrbio e na Universidade Federal da Bahia (Ufba), em datas a serem divulgadas. Uma oficina deve ser realizada na Federação da Indústria do Estado da Bahia (Fieb) ou órgão representativo do comércio e negócios.

Devolutivas
As propostas e sugestões para o texto do PDDU se referiam em grande parte à supressão de trechos, exclusão de artigos e alterações na redação. “Esse relatório é técnico e a avaliação é dada em cima da viabilidade das propostas serem incorporadas ou não no projeto. Todas as sugestões foram avaliadas e o parecer está disponível no Portal Transparência da Câmara”, informou a coordenadora da Comissão Técnica do Projeto do PDDU, a doutora em Arquitetura e Urbanismo, Lídia Santana.

Além de Paulo Câmara, participaram da mesa os vereadores Leo Prates e Arnando Lessa, o procurador jurídico da CMS, Mário Marcelino e a coordenadora da comissão técnica do PDDU, Lídia Santana.

Câmara debate 3ª audiência pública do PDDU

Dando continuidade ao debate sobre o novo projeto de lei do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) apresentado pelo Executivo, a Câmara Municipal de Salvador realizou na manhã de hoje (23) a terceira audiência pública temática, no Centro de Cultura da Casa Legislativa. O tema em destaque foi Macrozoneamento, Vetores de Expansão e Instrumentos de Política Urbana.

Presidindo o debate, o presidente da Câmara de Vereadores, Paulo Câmara, destacou a importância da participação popular na construção do debate. “Importante a divulgação pela TV Câmara, pelo Portal Transparência e também pela imprensa para que as pessoas participem. Se não puderem vir pessoalmente têm ao seu dispor esses meios para acompanhar o que está sendo discutido”, frisou.

Fernando Teixeira, representante do secretário de Urbanismo de Salvador, Sílvio Pinheiro, apresentou a minuta que trata deste item (Título VIII), destacando o ordenamento territorial, macrozoneamento e também os instrumentos de aplicação de política urbana. Um deles é a Outorga onerosa, que no novo modelo prevê o potencial construtivo e o fator social. Outro instrumento é a Cota de Solidariedade, que consiste na obrigação de promotores de empreendimentos imobiliários de grande porte contribuir para a produção de Habitação de Interesse Social. Também em destaque o zoneamento e as diretrizes para a revisão da Lei de Ordenamento e Uso do Solo (LOUS), que prevê a divisão do território do município em zonas de uso, atendendo às diferentes especificidades e observando os objetivos definidos no Plano Diretor para as macrozonas e macroáreas.

O debatedor Daniel Colina, representante do Instituto dos Arquitetos da Bahia (IAB), fez as suas considerações sobre a estrutura do Plano Diretor que trata da temática. Os presentes também fizeram questionamentos, críticas e sugestões para aprimorar a minuta.

Mesa
Além de Paulo câmara, fizeram parte da mesa o vereador Léo Prates, presidente da Comissão de Constituição e Justiça e relator do PDDU na Câmara; vereador Arnando Lessa, presidente da Comissão do PDDU e de Planejamento Urbano da Casa Legislativa; vereador Kiki Bispo, 1º Secretário da Câmara, vereador Cláudio Tinoco; Fernando Teixeira; e o debatedor Daniel Colina. Participaram do debate vereadores, a deputada estadual Maria del Carmen, cidadãos e representantes de instituições e da sociedade civil organizada.

A próxima audiência pública está marcada para quinta-feira (25), às 8h30, no Centro de Cultura da Câmara. O cidadão pode acompanhar os debates em tempo real pela televisão ou pela internet, basta sintonizar 61.4 (canal aberto) ou canal 10 (pela SIM TV) e ainda pelo Portal Transparência (http://www.cms.ba.gov.br/).

Paulo Câmara preside 2ª audiência pública do PDDU

Desenvolvimento econômico, Turismo e Cultura foi o tema da 2ª audiência pública do Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) realizada na manhã de hoje (19), no Centro de Cultura da Câmara Municipal, na Praça Thomé de Souza.

Na condução do debate, o presidente da Câmara, Paulo Câmara, falou sobre o processo de discussão do plano na Casa Legislativa. “A Câmara tem se preocupado sempre em trazer secretários municipais para demonstrar o que foi colocado pelo Executivo no projeto de lei do PDDU, mas também trazer especialistas para confrontar, debatendo essas propostas que foram apresentadas”. De acordo com Câmara, o objetivo com isso é que os participantes tenham um norte, uma orientação do que está sendo discutido.

Debate
O vereador Luís Carlos falou como presidente da Comissão de Desenvolvimento econômico e Turismo da Câmara. Já o secretário municipal de Cultura e Turismo, Érico Mendonça, falou sobre os pontos previstos no projeto de lei do PDDU para o setor, apresentando tendências para o turismo da cidade e a importância deste segmento na sua economia.

O presidente da Fundação Gregório de Matos, Fernando Guerreiro, por sua vez, falou sobre as diretrizes para a cultura, ressaltando o valor da área para a economia. “Vejo a cultura um elemento central dentro da construção de politicas públicas nas cidades, ela faz parte da geração de riquezas”, destacou.

O debatedor da audiência, Paulo Henrique Almeida, professor doutor em Economia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), fez algumas críticas ao projeto de lei e também reflexões sobre a importância de Salvador reafirmar o seu papel como metrópole do estado e do país. “Falta uma visão de futuro da cidade do ponto de vista do seu desenvolvimento econômico. Salvador precisa liderar esse processo no estado, na região e no país”, frisou. Almeida destacou ainda que é necessário reconhecer que a cidade vive da economia de serviços.

A discussão foi aberta para os participantes, que fizeram questionamentos, críticas e sugestões.

Participantes
Além do presidente Paulo Câmara, participaram da mesa o vereador Luiz Carlos; Érico Mendonça; Paulo Henrique de Almeida; Fernando Guerreiro; além de José Augusto Saraiva, representante do Conselho da Cidade. No auditório, marcaram presença vereadores, cidadãos e representantes de instituições da sociedade civil organizada.

Foto: Reginaldo Ipê

Codesal oferece 32 vagas para contrato Reda

A Prefeitura Municipal de Salvador abriu ontem (15) Processo Seletivo Simplificado para a contratação de 32 profissionais que irão atuar na Defesa Civil de Salvador (Codesal). As inscrições seguem até o dia 28 e podem ser feitas no site da Fundação Professor Carlos Augusto Bittencourt (Funcab), no endereço www.funcab.org.

Através do Regime Especial de Direito Administrativo (Reda), a prefeitura oferece uma vaga para nível superior completo em qualquer área, além de 12 técnicos em edificações, cinco engenheiros civis, dois arquitetos, dois pedagogos, três geólogos, cinco assistentes sociais e dois jornalistas.

As inscrições custam R$ 40 para os cargos de nível superior e R$ 30 para nível médio. Os salários variam entre R$ 2.340 e R$ 6.066 e o prazo de validade do Reda é de um ano, podendo ser prorrogado uma vez por igual período.

O edital está disponível no site da Funcab: www.funcab.org. Mais informações pelo email: concursos@funcab.org e pelos telefones (71) 4062-9568 (Salvador) e (21) 2621-0966 (Rio de Janeiro).

Lei antibullying já está em vigor nas escolas e clubes

Na volta às aulas, as escolas e clubes recreativos terão um novo desafio a enfrentar: adotar medidas para combater o bullying. Trata-se de obedecer à lei em vigor desde 6 de fevereiro, que Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying), aprovado pela Câmara dos Deputados em outubro de 2015 e sancionado pela presidência da República no dia 6 de novembro.

O texto da lei considera bullying todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima.

Ataques físicos, insultos pessoais, comentários sistemáticos, apelidos pejorativos e ameaças por quaisquer meios são algumas atitudes consideradas preconceituosas pela norma. A lei também prevê penas para formas de intimidação na rede mundial de computadores, o chamado cyberbullying.

O programa prevê a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema, bem como a instituição de práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis, entre outras ações.

Confira a íntegra da lei abaixo:

“LEI Nº 13.185, DE 6 DE NOVEMBRO DE 2015.

Vigência
Institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying)

A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º Fica instituído o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (Bullying) em todo o território nacional.

§ 1º No contexto e para os fins desta Lei, considera-se intimidação sistemática (bullying) todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas.

§ 2º O Programa instituído no caput poderá fundamentar as ações do Ministério da Educação e das Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, bem como de outros órgãos, aos quais a matéria diz respeito.

Art. 2º Caracteriza-se a intimidação sistemática (bullying) quando há violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação e, ainda:
I – ataques físicos;
II – insultos pessoais;
III – comentários sistemáticos e apelidos pejorativos;
IV – ameaças por quaisquer meios;
V – grafites depreciativos;
VI – expressões preconceituosas;
VII – isolamento social consciente e premeditado;
VIII – pilhérias.

Parágrafo único. Há intimidação sistemática na rede mundial de computadores (cyberbullying), quando se usarem os instrumentos que lhe são próprios para depreciar, incitar a violência, adulterar fotos e dados pessoais com o intuito de criar meios de constrangimento psicossocial.

Art. 3º A intimidação sistemática (bullying) pode ser classificada, conforme as ações praticadas, como:
I – verbal: insultar, xingar e apelidar pejorativamente;
II – moral: difamar, caluniar, disseminar rumores;
III – sexual: assediar, induzir e/ou abusar;
IV – social: ignorar, isolar e excluir;
V – psicológica: perseguir, amedrontar, aterrorizar, intimidar, dominar, manipular, chantagear e infernizar;
VI – físico: socar, chutar, bater;
VII – material: furtar, roubar, destruir pertences de outrem;
VIII – virtual: depreciar, enviar mensagens intrusivas da intimidade, enviar ou adulterar fotos e dados pessoais que resultem em sofrimento ou com o intuito de criar meios de constrangimento psicológico e social.

Art. 4º Constituem objetivos do Programa referido no caput do art. 1o:
I – prevenir e combater a prática da intimidação sistemática (bullying) em toda a sociedade;
II – capacitar docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema;
III – implementar e disseminar campanhas de educação, conscientização e informação;
IV – instituir práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis diante da identificação de vítimas e agressores;
V – dar assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores;
VI – integrar os meios de comunicação de massa com as escolas e a sociedade, como forma de identificação e conscientização do problema e forma de preveni-lo e combatê-lo;
VII – promover a cidadania, a capacidade empática e o respeito a terceiros, nos marcos de uma cultura de paz e tolerância mútua;
VIII – evitar, tanto quanto possível, a punição dos agressores, privilegiando mecanismos e instrumentos alternativos que promovam a efetiva responsabilização e a mudança de comportamento hostil;
IX – promover medidas de conscientização, prevenção e combate a todos os tipos de violência, com ênfase nas práticas recorrentes de intimidação sistemática (bullying), ou constrangimento físico e psicológico, cometidas por alunos, professores e outros profissionais integrantes de escola e de comunidade escolar.

Art. 5º É dever do estabelecimento de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas assegurar medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática (bullying).

Art. 6º Serão produzidos e publicados relatórios bimestrais das ocorrências de intimidação sistemática (bullying) nos Estados e Municípios para planejamento das ações.

Art. 7º Os entes federados poderão firmar convênios e estabelecer parcerias para a implementação e a correta execução dos objetivos e diretrizes do Programa instituído por esta Lei.

Art. 8º Esta Lei entra em vigor após decorridos 90 (noventa) dias da data de sua publicação oficial.

Brasília, 6 de novembro de 2015; 194º da Independência e 127º da República.

DILMA ROUSSEFF
Luiz Cláudio Costa
Nilma Lino Gomes”

Paulo Câmara faz balanço das ações e fala do PDDU e da Lous em sessão de abertura na Câmara; prefeito ACM Neto lê mensagem do Executivo

Na sessão solene que instalou o 4º Período Legislativo da 17ª Legislatura realizada na manhã de hoje (02), no Plenário Cosme de Farias, o vereador e presidente da Câmara Municipal de Salvador, Paulo Câmara, fez um balanço das ações e falou do desafio de analisar e aprovar este ano o Plano Diretor de Desenvolvimento Urbano (PDDU) e a Lei de Ordenamento e Uso do Solo (Lous) que tramitam na Casa.

“Entendemos que a observância da democracia com respeito à pluralidade de conceitos e opiniões enriquece os debates e nesse estágio se oportunizam os melhores resultados. Estou certo de que a apreciação do conteúdo do PDDU e da Lous será feita sob a luz da responsabilidade de cada um dos representantes dessa Casa Legislativa”, ressaltou. Paulo Câmara citou também a meta de realizar concurso público este ano, com o objetivo de renovar o quadro funcional.

Paulo Câmara presidiu a sessão solene
Paulo Câmara presidiu a sessão solene

Balanço
No discurso, entre as ações citadas pelo gestor do legislativo municipal, destaque para a devolução de mais de 15 milhões aos cofres públicos em 2015, a reforma do Regimento Interno, a atuação da TV Câmara Salvador em sinal aberto e digital, além de destacar o diálogo constante com a população através de sessões e audiências públicas e também a realização do Ciclo de Encontros Salvador Sustentável. “O foco na otimização dos recursos nos permitiu menos gastos e mais realizações, apesar da crise econômica profunda por que atravessamos”, frisou.

Ao finalizar sua fala, Paulo Câmara saudou Iemanjá neste 2 de fevereiro e fez um pedido. “Que esse ano de trabalho seja profícuo e que o resultado do nosso empenho venha se concretizar em uma cidade cada vez mais justa e mais humana.”

Mensagem do Executivo
Na leitura da mensagem do Executivo, o prefeito ACM Neto elencou uma série de projetos e fez um balanço das ações do seu primeiro mandato à frente da Prefeitura, destacando as melhorias implementadas nas diversas áreas, como transporte, mobilidade, infraestrutura, educação, entre outras.

O gestor municipal ressaltou as ações realizadas nos bairros periféricos e o desenvolvimento social de Salvador, destacando a democratização da cidade. “Pela primeira vez em Salvador a iluminação de natal, os fogos de réveillon e as atrações de Carnaval agora chegam em bairros da periferia”, disse. Em seu discurso, o prefeito também fez duras críticas ao Governo do Estado e ao Governo Federal.

Neto também anunciou que a Prefeitura quitou as suas dívidas com a União, conforme decreto assinado ontem (1º) com o secretário municipal da Fazenda, Paulo Souto. “Não devemos mais um centavo ao Governo Federal”, afirmou o prefeito, considerando uma vitória da sua administração.

Sob aplausos, os elogios à Câmara de Salvador fechou a fala do prefeito ACM Neto. “Volto a dizer, a Câmara Municipal de Salvador é a melhor do Brasil. Foram três anos de muitos debates, de grandes discussões. Quase todos os projetos sofreram alterações, emendas, contribuições da CMS. Tudo no mais alto nível da política.”

Paulo Câmara
Plenário Cosme de Farias ficou lotado

Mesa
Além do presidente Paulo Câmara e do prefeito ACM Neto, participaram da mesa solene o deputado estadual Marcell Moraes; o General de Divisão Artur Costa Moura, comandante da 6ª Região Militar; o Vice-Almirante Cláudio Viveiros, comandante do 2º Distrito Naval; o Tenente-Coronel Marcelo Shiavo, comandante da Base Aérea de Salvador; o Desembargador Whashington Ribeiro; Dom Estevam Silva Filho, Bispo Auxiliar; além dos vereadores Kiki Bispo e Orlando Palhinha. Entre os presentes na sessão, destaque para vereadores e secretários municipais.

Paulo Câmara renova as bênçãos e a fé ao Senhor do Bonfim

Em ato de fé e esperança, o presidente da Câmara Municipal de Salvador, vereador Paulo Câmara, participou na manhã de hoje (14) dos festejos que marcaram a tradicional Lavagem do Bonfim. Ao lado do prefeito ACM Neto, demais autoridades e líderes religiosos, Câmara acompanhou a cerimônia ecumênica no adro da Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia, de onde seguiu para a Igreja do Bonfim, numa distância de 8 quilômetros.

Durante a caminhada, Paulo Câmara encontrou diversos amigos, colegas vereadores e milhares de pessoas que foram demonstrar a sua fé ao Senhor do Bonfim. Ao chegar à Colina Sagrada, Câmara agradeceu e fez seus pedidos. “Peço ao Senhor do Bonfim muita luz, tranquilidade e paz de espírito. Entrego a Deus a minha família e que ele me dê equilíbrio para conduzi-la e também à Câmara Municipal de Salvador, para que possamos atender às expectativas da população”, pediu.

Câmara faz história e devolve mais de 15 milhões à prefeitura de Salvador

Sob a gestão do presidente Paulo Câmara (PSDB), a Câmara de Salvador devolveu mais de 15 milhões à prefeitura municipal em 2015, a maior restituição da história da Casa Legislativa soteropolitana. Na contramão da crise econômica nacional, o presidente comemorou o balanço positivo do ano. “Este resultado sintetiza um exemplo para toda administração pública de que com controle e eficiência podemos realizar muito gastando menos”, destacou.

Entre as ações para economizar e equilibrar as contas está a adoção do pregão eletrônico pela Comissão de Licitação (Compel). Com isso, foram economizados mais de R$8 milhões, o que representa uma diminuição de 35% entre os valores referenciais e os valores contratados.

Outro exemplo de controle de gastos foi com o processo de desapropriação do Edifício Rio Lima, anexo da Câmara na Rua Rui Barbosa, com estimativa de economia em torno de R$252 mil por ano. O espaço oferece melhores condições de trabalho aos servidores das diretorias Administrativa, Financeira e parte da Legislativa, da Procuradoria Jurídica e Controladoria.

Contas de 2014 aprovadas com elogios
Paulo Câmara também comemorou a aprovação por unanimidade e sem ressalvas das contas de 2014 pelo Tribunal de Contas dos Municípios, com elogios do relator, conselheiro José Alfredo Dias, que destacou a devolução de R$3,4 milhões à Prefeitura Municipal. O parecer do tribunal, divulgado no último dia 22, atesta que a Câmara cumpriu todos os itens previstos na Lei de Responsabilidade Fiscal, com rigoroso respeito ao princípio da razoabilidade.

Valorização dos servidores
Em sua gestão, Paulo Câmara também assegurou a valorização dos servidores, com assistência médica para todo o quadro, reivindicação de mais de 15 anos da categoria, aumento do valor do auxílio-educação, treinamento e a criação de plano de cargos e salários. “Cada medida que tomamos é no sentido de modernizar a gestão, estar mais perto das pessoas e atuar com independência para fortalecer a Casa Legislativa”, frisou Paulo Câmara.