Cresce números de sessões realizadas na atual gestão da Câmara

Camara rejeita contas de 2010 de João HenriqueSomente nos meses de Fevereiro e Março, a Câmara Municipal de Salvador já realizou 19 sessões ordinárias. Um levantamento de dados dos últimos quatro anos, realizado pela Diretoria Legislativa da Casa, demostra que houve um incremento de 35,53% do número de sessões ordinárias, comparado com a média dos anos anteriores: 2009 (16), 2010 (11), 2011 (10), 2012 (12). Os números evidenciam o novo momento pelo qual a Câmara está passando. Todas as três sessões  semanais estão sendo realizadas para debater e votar os projetos de interesse da cidade. Apenas uma sessão foi suspensa até agora, neste ano, por falta de quórum.

“Esta era uma cobrança da sociedade. As sessões ordinárias ocorrerem em sua plenitude, como determina o Regimento Interno da Casa, sempre às segundas, terças e quarta-feiras, e podem ser assistidas pela TV Câmara. É necessário ressaltar que os vereadores estão fazendo a sua parte, garantindo o quórum. Na minha opinião, isto é o normal e trata-se do que a sociedade espera dos políticos. A distorção era que as sessões muitas vezes não ocorriam. Quando a sociedade, através do voto, promove uma renovação de 53 % do quadro de vereadores, o recado foi claro: a necessidade de mudança de antigas práticas. E a assiduidade, creio, é o que o eleitor espera do seu vereador. Portanto, esta questão foi sanada”, afirmou Paulo Câmara.

O cálculo leva em consideração somente os meses de Fevereiro e Março, pois em Janeiro ocorre o recesso do Legislativo e, portanto, não há sessões. Paulo Câmara defende a transferência do recesso, no primeiro ano de mandato, mandato, para o mês de Junho. Há, inclusive, uma proposição neste sentido do vereador Leo Prates (DEM). Dessa maneira, os edis vão começar os trabalhos em plenário imediatamente após a posse e não um mês depois.

Outras mudanças significativas ocorreram na Casa na atual gestão, como o ordenamento do acesso às sessões plenárias e a transmissão da TV Câmara Salvador no Canal 10, da SIM TV.

Também já foi firmado um convênio com a Câmara dos Deputados e a Assembleia Legislativa para que a TV esteja disponível em sinal aberto a partir do segundo semestre. Ao todo, mais de 160 projetos já foram votados. Neste mês de abril, a Câmara também votou e reprovou as contas do ex-prefeito João Henrique, relativas a 2010, que estavam na Casa desde abril do ano passado.

 

Rádio Cruzeiro – Parecer da Comissão de Constituição e Justiça sobre Reforma Tributária

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TV Aratu – Reprovação das contas de 2010 de João Henrique

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Sociedade AM – Reprovação das contas 2010 de João Henrique

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Vereador consegue realização de obras em Jardim Nova Esperança e Baixa do Camurujipe

Paulo Câmara visita jardim nova esperança e
Morador de Jardim Nova Esperança conversa com Paulo Câmara

Nem a chuva que caiu em Salvador na manhã deste sábado (20) foi capaz de impedir Paulo Câmara de visitar as comunidades de Jardim Nova Esperança e Baixa do Camurujipe, em São Caetano.

Em Jardim Nova Esperança, Paulo visitou uma rua com mais de 600 metros de comprimento e uma ladeira bastante íngreme, que ele intermediou instalação de asfalto e banho de luz. Ao todo, foram mais de 110 pontos instalados.

A obra foi feita há dois anos e continua em perfeitas condições, já que o vereador sempre está presente, buscando nos órgãos públicos a manutenção dos serviços. “Aqui era barro, não subia carro, e quando chovia formava muita lama. Depois os moradores colocaram concreto até a metade da rua, mas não resolveu. Hoje estamos no céu”, relata o morador Renato Almeida.

Paulo Câmara lembra que quando esteve pela primeira vez na comunidade, ficou preocupado com a situação do bairro. “Eles viviam só de esperança. Carro de passeio não podia descer. Quando falavam que moravam na baixada, ninguém queria vir. Mas nós lutamos junto aos órgãos públicos, o serviço foi muito bem feito e agora é só conservar”, ressaltou. Na oportunidade, os moradores solicitaram a continuidade da pavimentação e remoção de entulho de um barranco que desabou.

Baixa do Camurujipe

Já na Baixa do Camurujipe, a principal reivindicação foi a criação de um desvio para a água da chuva que vem da Ladeira de São Caetano e acaba invadindo a comunidade. Eles também solicitaram a reforma da quadra de esportes e intensificação da coleta de lixo, cujo depósito é feito  em um container na entrada da Baixa.

Benefícios para comunidade  

Há cerca de um ano e meio,  o vereador levou iluminação para toda a comunidade da Baixa do Camurujipe, beneficiando cerca de 10 mil famílias que moram lá, conforme dados da líder comunitária Joselita Barbosa.

Paulo também ajudou a comunidade intermediando a construção de dois canais para escoamento das águas do rio Camurujipe, que  transbordava  frequentemente e inundava as casas.

A Tarde – Rejeição com placar apertado

Rejeição das contas de 2010 do ex-prefeito de Salvador_18.04.2013
Rejeição das contas de 2010 do ex-prefeito de Salvador_18.04.2013

A Tarde – João Perde na Câmara, mas votação surpreende

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Paulo Câmara comenta votação das contas de 2010 do ex-prefeito- 18.04.2013

O povo na Tribuna: Câmara tem espaço para ouvir a população

 

Câmara Municipal de Salvador tem espaço para ouvir entidades
Popular ocupando a  Tribuna da Câmara

Segunda-feira é dia de Tribuna Popular. Pode até parecer nome de jornal, mas trata-se de uma importante ferramenta do povo para o exercício da plena democracia. Durante as sessões ordinárias, a Câmara destina 20 minutos para que entidades constituídas, a exemplo de associações de bairros e sindicatos, manifestem-se no plenário sobre assuntos relevantes para a categoria ou comunidade.
Em sua maioria, os representantes usam a tribuna para fazer reivindicações, denuncias, além de levar sugestões de projetos para os vereadores. Presente na maior parte das Casas Legislativas do Brasil, a Tribuna Popular foi instituída na Câmara Municipal de Salvador por volta de 1990, com o nome de Tribuna Livre.

A nomenclatura mudou, mas o objetivo continua sendo o mesmo: dar voz às pessoas. “A Câmara é a casa do povo e, portanto, as organizações sociais utilizam este espaço democrático para se manifestar em prol da ampliação de direitos para os segmentos que representam. A Tribuna Popular é mais um canal que aproxima o Legislativo Municipal dos ciddãos de Salvador”, afirma Paulo Câmara.

Como participar

Para ter acesso à Tribuna Popular, é preciso fazer agendamento prévio, na 3ª Secretaria, no Edifício Bahia Center (Rua Ruy Barbosa, Centro), entre segunda e terça-feira, no horário entre 9h e 12h. A inscrição com antecedência é necessária porque a participação é publicada no Diário Oficial do Legislativo. Assim, toda segunda-feira, duas entidades dividem a tribuna. Cada uma tem 10 minutos para falar.

Embora muitos desconheçam este espaço de diálogo, na atual legislatura a procura aumentou significativamente, ao ponto de raramente não ter inscrição para a Tribuna.

Parecer dos vereadores

Após a apresentação na Tribuna, os líderes dos partidos têm 3 minutos para se pronunciar e, se for o caso, encaminhar as reivindicações.

Popular na Tribuna

Na tarde da  última segunda-feira (15), o administrador Adalberto Bulhões Filho foi à Tribuna Popular e apresentou um projeto que propõe um recorte territorial da cidade, através de bacias hidrográficas e bairros. Adalberto participou da tribuna pela primeira vez e conta que a divisão territorial de Salvador é de 1959, por isso merece ser atualizada. Para ele, o levantamento de dados vai permitir um melhor planejamento e gestão da cidade.

No dia 04 de abril, o estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Yuri Brito, coordenador do Diretório Central dos Estudantes (DCE-Ufba), ocupou a Tribuna Popular da Câmara Municipal de Salvador para ressaltar sobre a história da entidade e as lutas do movimento estudantil na atualidade.

Quem pode utilizar

O espaço pode ser utilizado por partidos políticos; sindicatos; associação de bairros e similares; entidades estudantis; entidades de estudo e pesquisa; entidades populares e democráticas sem fins lucrativos e outros, a critério da Mesa Diretora.

 

Votação apertada rejeita as contas de João Henrique

Camara de Salvador reprova contas de Joao Henrique
Plenário rejeitou contas que estavam na Casa desde abril do ano passado

Na matéria sobre as contas do ex-prefeito de Salvador, João Henrique Carneiro, referentes ao exercício de 2010, a Câmara Municipal cumpriu seu papel: as contas, que estavam na Casa desde abril do ano passado, foram rejeitadas. Durante a votação, que contou com a presença de todos os vereadores, 25 se declararam contra o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e 18 foram favoráveis. O ex-prefeito precisava de 29 votos para ter as contas aprovadas.

“Foi colocado um ponto final nesta novela, que se arrastava desde abril do ano passado”, afirmou. Paulo Câmara refere-se ao tempo que a matéria está em trâmite no Legislativo Municipal.

Por que as contas de João Henrique precisavam ser rejeitadas

O parlamentar declarou publicamente que seu voto foi pela rejeição das contas de João Henrique relativas ao exercício de 2010. As contas do ex-prefeito de Salvador foram rejeitas pelo TCM baiano devido a irregularidades, como o descumprimento de exigências constitucionais para o uso de 25% da receita de impostos e transferências para a educação; a abertura de créditos adicionais suplementares por excesso de arrecadação sem comprovação de recursos disponíveis; elevado gasto com pagamento de multa e juros, decorrente de atraso de obrigação e a ausência de providências para assegurar que recursos pertinentes à educação e saúde transitem em contas bancárias únicas específicas. As contas municipais de 2009 já foram reprovadas pela Câmara Municipal de Salvador, em dezembro do ano passado.

Voto aberto

Diferente do que Paulo Câmara defende, esta votação ainda aconteceu pelo voto secreto. No entanto, diante do resultado, no qual João Henrique conseguiu 25 votos favoráveis, Paulo reforçou a necessidade do voto aberto: “estamos em tempo de transparência política. É isso que eu quero, é isso que o meu eleitor quer. A sociedade hoje é diferente e o vereador precisar estar sensível a esta mudança de comportamento e dos anseios do cidadão”.

O voto aberto está previsto em dois projetos de lei apresentados por Paulo Câmara este ano. São projetos que extinguem o voto secreto, salvo as votações onde a prática é regulamentada pela Constituição Federal, lei máxima que todo projeto deve respeitar para ser válido. A Constituição Federal só exige o voto secreto em matérias de cassação de mandatos e veto do Executivo a projetos parlamentares. A sessão também teve a participação de muitos populares, que lotaram as galerias da Casa Legislativa, espaço destinado ao público.Continuem acompanhando aqui no site os nossos trabalhos em prol da nossa bandeira maior: a transparência na política.