Paulo Câmara integra Comissão que fiscaliza Consórcio Nordeste

Deputado atuante no enfrentamento à crise em decorrência da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19), Paulo Câmara integra a Comissão Parlamentar Interestadual que foi criada por deputados estaduais dos nove estados do Nordeste para acompanhar e fiscalizar as ações do Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável do Nordeste (Consórcio Nordeste).

A necessidade da criação do colegiado se deu em decorrência da Operação Ragnarok, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia, para investigar as denúncias de fraudes na contratação de 300 respiradores com a empresa Hempcare, cuja sede é em São Paulo, dentro das ações de combate ao Coronavírus.

“Em um momento extremo que estamos vivendo, de calamidade pública, é inaceitável e inconcebível nos depararmos com uma denúncia dessa natureza e magnitude, com cifras que chegam a R$ 49 milhões gastos para aquisição de respiradores, que nunca foram entregues. No mínimo, nosso papel é acompanhar, fiscalizar e levantar informações para dar respostas à sociedade”, destacou o deputado Paulo Câmara.

Aniversário de municípios

Paulo Câmara parabeniza Pau Brasil, Jussari, Lapão, Teixeira de Freitas e João Dourado
 
Pau Brasil – Paulo Câmara registrou na ALBA o 58º aniversário de emancipação político-administrativa do município de Pau Brasil, localizado no Sul da Bahia, através de uma Moção de Congratulações. “Olhar o seu passado nos leva não só a agradecer pela sua história, mas também a saber que o futuro é ainda mais promissor. Nada mais justo do que parabenizar os pau-brasilenses, povo batalhador e guerreiro que trabalha para construir um município melhor dia após dia”, destacou. A data é celebrada no dia 19 de abril.
 
Jussari, Lapão, Teixeira de Freitas e João Dourado – No dia 9 de maio, todos esses quatro municípios baianos comemoraram 35 anos de emancipação política. Para marcar a data, o deputado Paulo Câmara apresentou moções de congratulação na ALBA.
 
Nos registros, Paulo Câmara desejou prosperidade aos cidadãos dos quatro municípios e enviou mensagens positivas e de saudação a seus governantes, registrando nos anais da Casa Legislativa seus votos de progresso continuado para cada um.

Paulo Câmara marca posicionamento sobre projetos na ALBA

Entre os questionamentos, o deputado conclama lisura nos projetos de calamidade pública

Nas sessões remotas realizadas pela ALBA neste período de pandemia, Paulo Câmara tem marcado posicionamento sobre projetos que tramitam na Casa Legislativa estadual. Entre eles, no dia 24 de abril, o deputado conclamou o Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e o Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) para acompanharem os processos de calamidade pública concedidos por 90 dias pela ALBA a municípios baianos, pelo fato de que alguns prefeitos estão estendendo esse prazo por meio de decreto municipal.

Na ocasião, Paulo Câmara requereu à presidência da Casa a lista de todos os municípios com as respectivas datas de vencimento da condição de calamidade pública para que, num eventual pedido de renovação, ele possa avaliar caso a caso e se posicionar levando em consideração a lisura do processo e a real necessidade de cada município.

“Nós sabemos que esse prazo de 90 dias para municípios abaixo de 100 mil habitantes vence em 90 dias. Me incomoda estar aqui ajudando os municípios, mas os próprios municípios fazerem o que quiserem. Eu quero uma posição enérgica da ALBA para que nós possamos fazer cumprir o nosso papel de fiscalizador”, cobrou Paulo Câmara.

Hospital Espanhol – Na mesma sessão, Paulo Câmara externou a sua satisfação pela reabertura do Hospital Espanhol para atendimento exclusivo de pacientes com o Covid-19, fruto de uma sugestão pública feita pelo deputado ao governador Rui Costa, após diálogo com o Ministério Público e a Sociedade de Medicina. “Me orgulho de fazer parte desse parlamento que dá exemplo, juntamente com o governador e todos os prefeitos baianos, destacou.

Aprovados projetos que mantêm emprego de terceirizados

Iniciativa de Paulo Câmara visa garantir trabalhadores nos órgãos públicos

No dia 30 de abril, a Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) aprovou os dois Projetos de Indicação do deputado Paulo Câmara, Nº 24.113/2020 e Nº 24.114/2020, direcionados ao governador do Estado, Rui Costa, e ao prefeito de Salvador, ACM Neto, respectivamente.

O deputado indicou aos dois gestores a elaboração de projeto de lei para garantir o emprego de trabalhadores terceirizados que prestam serviços aos órgãos da administração direta, indireta, empresas públicas, sociedades de economia mista, bem como em quaisquer outros entes públicos vinculados ao Governo do estado e à Prefeitura de Salvador, neste momento de calamidade pública decorrente da pandemia.

“Os dois projetos têm como objetivo principal a manutenção do emprego de milhares de trabalhadores terceirizados que desempenham um papel fundamental para o funcionamento das cidades pela natureza da atividade desempenhada, neste momento de grave crise na saúde e na economia global advinda da pandemia do novo Coronavírus. Eles representam um efetivo importante na prestação de serviços como o de limpeza, vigilância patrimonial e fiscalização de portarias. Acredito que situações extraordinárias e de repercussão geral devem ser tratadas com zelo”, destacou Paulo Câmara.

Paulo Câmara ressalta ainda a importância de manter essa mão de obra para evitar problemas sociais e também trabalhistas, pois as medidas resguardam os poderes públicos de eventuais ações que podem ser tomadas por contratados, uma vez que órgãos de jurisdição trabalhista atribuem ao tomador de serviços a responsabilidade pela inadimplência desses tipos de débito.

Deputado defende reabertura da AL-BA com “planejamento e restrição ao público”

Após a campanha encampada pelo apresentador Zé Eduardo sobre a reabertura gradual da Assembleia Legislativa da Bahia e Câmara de Vereadores, o deputado Paulo Câmara (PSDB) defendeu a ação, porém, com planejamento e regras pré-estabelecidas. Conforme o tucano o, a Mesa Diretora da Casa já estuda a possibilidade. 

“A Mesa Diretora já vem discutindo como abrir de maneira progressiva, é um entendimento que um dia vamos ter que voltar à normalidade, mas preservando as pessoas, os funcionários”, disse, nesta quarta (29), em conversa com o BNews. 

Para o parlamentar, o grande problema hoje é a quantidade de pessoas que circulam na AL-BA. “São 5 a 6 mil pessoas por dia. Teríamos que planejar algumas regras, como proibir a entrada do público, restrição de gabinete, tem que ter um planejamento. As pessoas entenderem que é o funcionamento administrativo e não atendimento ao público. Setores específicos da Casa”, opinou.

Câmara também pontuou que tem o fato de muitos parlamentares estarem no interior. “ Sessão uma vez por semana, deputados resguardados. Tudo isso depende muito de como o quadro do coronavírus”, disse. 

A AL-BA está funcionando de maneira remota, com sessões virtuais para votação de projetos. Nesse período a Casa aprovou decretos de situação de emergência para municípios mais atingidos pela pandemia e obrigatoriedade do uso de máscaras em toda à Bahia. 

Por Tamirys Machado / BNews – Link da matéria.

Paulo Câmara cobra ação da executiva estadual do PSDB contra Mateus Reis: “Falta de respeito”

O deputado estadual Paulo Câmara (PSDB) disse, em entrevista ao BNews nesta terça-feira (28), que ficou assustado com o embate protagonizado pelos seus correligionários Mateus Reis e Bruno Barral. O ex-vereador de Lauro de Freitas chamou o secretário de Educação de Salvador de “bandido”.

“É muito ruim pro partido. Tô desde 2005, e nunca vi uma falta de respeito como essa. Espero que a executiva estadual, assim que a solicitação for encaminhada, tome as medidas cabíveis, respeitando o processo legal do regimento interno do partido”, afirmou.

Prints obtidos pelo BNews revelam que Mateus Reis, pré-candidato a vice-prefeito em Lauro, ao lado do dono do Atakarejo, Teobaldo Costa (DEM), pediu o rompimento do apoio de Barral à campanha, afirmando que o colega de partido já fez mal a milhares de pessoas.

O secretário informou à reportagem que vai acionar a Justiça contra o correligionário, além de enviar o caso ao conselho de ética do PSDB.

Por Pedro Vilas Boas / BNews – Link da matéria.

Violência contra a mulher cresce com o isolamento social. Não se cale. Denuncie!

Com aumento da violência contra a mulher, Ronda Maria da Penha mantém atendimento e órgãos pedem providências.

Com a nova rotina de isolamento social imposta pela pandemia do novo Coronavírus, muitas mulheres estão mais expostas e vulneráveis à violência doméstica, que é aquela praticada no âmbito familiar, estando o agressor morando na mesma casa ou não. Pela amplitude do problema neste período de confinamento, esta tem sido uma preocupação recorrente de líderes globais, como o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres e, infelizmente, uma triste realidade.

De acordo com o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, a violência contra a mulher cresceu 9% no Brasil após o isolamento social. Um dado que só piora a condição brasileira neste quesito, uma vez que o país ocupa a quinta colocação no Ranking Mundial de Mortes de Mulheres.

Em Salvador, a Ronda Maria da Penha mantém o atendimento de mulheres vítimas de violência, com a diferença de que, para evitar o contágio com o vírus, em vez de atendimento presencial a patrulha vai até a frente da casa da mulher, faz uma ligação para a denunciante e registra a denúncia por telefone. O objetivo é marcar presença da polícia e fazer com que a mulher se sinta segura. Ao todo, na capital baiana, a Ronda atende 159 mulheres que estão sob medidas protetivas.

Subnotificação na Bahia

Dados divulgados ontem, 15 de abril, pela Defensoria Pública do Estado da Bahia (DPE/Bahia) apontam que as denúncias caíram 90% nos registros de denúncias de violência contra a mulher. De acordo com o órgão, no mês de fevereiro, período que ainda contou com o carnaval, foram 176 atendimentos realizados pela Defensoria Pública, por meio do Núcleo de Defesa da Mulher (Nudem). Já em março, durante o período em que houve atendimentos presenciais (até o dia 18 do mês), o número registrado foi de 221.

Segundo o órgão, desde então, quando a Defensoria passou a fazer seus atendimentos por telefone (129 ou 0800 071 3121, para todo o estado) e de forma virtual (agendamento on-line pelo site da Defensoria; pelo aplicativo Defensoria Bahia, apenas para sistemas Android; e por ChatBot com atendimento psicossocial na página Defensoria Bahia no Facebook), os registros caíram para apenas 16 neste período entre 19 de março e 14 de abril. Uma redução de 90,9% em relação a fevereiro e 92,7% comparado aos 18 primeiros dias de março.

A Defensoria explica que os dados acima referem-se apenas aos atendimentos jurídicos, com entradas ou acompanhamentos de pedidos de medidas protetivas. Quanto aos dados do atendimento psicossocial, o quadro é ainda mais agravante. Apenas um caso foi registrado desde o início do atendimento remoto da Defensoria, em comparação aos 41 realizados em fevereiro e os 54 nos primeiros 18 dias de março.

O órgão entende que essa queda revela uma subnotificação dos casos na Bahia, uma vez que os números divulgados pelo governo federal demonstram o contrário, que houve um aumento nos registros nesse período de confinamento.

Para enfrentar o problema no estado durante a pandemia, a Defensoria enviou, na semana passada, um despacho à Secretaria de Segurança Pública mostrando que no estado de São Paulo já foi liberada a utilização da delegacia eletrônica para a denúncia de casos de violência contra a mulher, no intuito de ser implementada na Bahia.

OAB solicita providências

Iniciativas semelhantes foram tomadas pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que encaminhou ofícios ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e ao Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, propondo medidas para proteção das mulheres neste período, como a implantação de delegacias digitais ou outros mecanismos de denúncia, como WhatsApp e aplicativos, assim como delegacias móveis para registro de ocorrências e pedidos de medidas protetivas. Além da realização de uma campanha nacional com a divulgação de canais para realizar denúncia e procurar auxílio.

Ao CNJ, a OAB solicitou que juízes prorroguem automaticamente as medidas protetivas de urgência e defira novos pedidos com prazo indeterminado, além da execução de campanhas informativas em farmácias, bancos, supermercados e redes sociais. Também pede que o órgão monitore os casos e divulgue os dados de ocorrências e medidas judiciais.

Às mulheres vítimas de violência doméstica, a orientação é: fiquem em casa para se proteger do novo Coronavírus, mas não deixem de registrar a denúncia contra o agressor. Então siga a campanha: “mulher, ficar em casa não significa ficar calada”.

Como denunciar:

  • Ligue 180 – Central de Atendimento à Mulher
  • Pela internet – Site da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos ou pelo aplicativo Direitos Humanos BR, disponível para Android e iOS. No site da Ouvidoria, além do registro das ocorrências, a mulher pode enviar vídeos, fotos e áudios.

Auxílio Emergencial – Coronavírus

O Auxílio Emergencial aprovado pela Câmara Federal tem despertado muitas dúvidas na população. Quem tem direito? De quanto será? Por quanto tempo? Quais são as regras?

Em meio a tantos questionamentos, elaboramos um resumo de tudo que você precisa saber sobre esse novo benefício pecuniário que tem o intuito de amenizar os impactos causados pelo isolamento social e interrupção das atividades comerciais e profissionais, principalmente entre os mais pobres. Confira!

O que é o auxílio emergencial?

É um benefício de R$ 600 por mês para trabalhadores autônomos, desempregados e microempreendedores de baixa renda, com objetivo de proteger segmentos mais vulneráveis em meio à crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus.

Quem tem direito?

  • Maiores de 18 anos, sem carteira assinada.
  • Quem não recebe aposentadoria ou benefício assistencial como o BPC
  • Quem tem renda familiar inferior a três salários mínimos (R$ 3.135) ou renda per capita (por membro da família) inferior a meio salário mínimo (R$ 522,50).
  • Quem teve rendimentos tributáveis abaixo de R$ 28.559,70 em 2018.
  • Trabalhadores registrados como microempreendedor individual (MEI).
  • Autônomos que contribuem de forma individual ou facultativa para o INSS.

Quem não tem direito?

  • Trabalhadores registrados na CLT.
  • Funcionários públicos, mesmo que sejam temporários.
  • Todos aqueles com rendimento mensal superior a meio salário mínimo ou renda familiar acima de três salários mínimos.

É preciso estar inscrito no Cadastro Único?

O Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) será usado para facilitar a liberação do benefício, mas o texto aprovado na Câmara não prevê essa obrigatoriedade.

Como a renda familiar será verificada?

A verificação será feita por meio do CadÚnico para os inscritos no sistema. Os não inscritos farão autodeclaração por meio de uma plataforma digital a ser disponibilizada.

Como será feito esse pagamento?

Esse benefício será pago por instituições financeiras públicas federais por meio de contas do tipo poupança social digital. A abertura dessa conta será automática em nome do beneficiário. As contas já existentes dos beneficiários também poderão ser usadas.

E quem recebe o Bolsa Família?

O auxílio emergencial não poderá ser acumulado com o bolsa família. No entanto, os beneficiários do programa podem optar por receber o auxílio emergencial no lugar do Bolsa Família, já que tem um valor maior.

Tem um limite de benefícios por família?

Até duas pessoas por família poderão receber o benefício, limitado a R$1.200 por família.

As mulheres que sustentam suas famílias sozinhas poderão acumular individualmente dois benefícios, no valor total de R$1.200.

E quanto tempo vai durar?

Terá duração inicial de três meses, com possibilidade de prorrogar por mais três meses durante o período de enfrentamento emergencial do coronavírus.

OBS: Essas informações são baseadas no texto aprovado na Câmara Federal e no Senado. A proposta ainda precisa ser sancionada pelo Governo Federal.

Paulo Câmara propõe a desapropriação do Hospital Espanhol para enfrentamento do coronavírus

Para o enfrentamento do coronavírus na Bahia, o deputado estadual Paulo Câmara propôs, nesta terça-feira (17), que o governo do Estado desaproprie efetivamente o Hospital Espanhol, localizado na Barra, caso a propagação da doença avance.

“Nesse momento de crise, em que não sabemos ao certo o cenário dos próximos dias, temos um hospital pronto, com uma estrutura equipada, mas que está parado, podendo ser utilizado pelo estado para atendimento da população caso haja o avanço do coronavírus na Bahia”, destacou Câmara.

De acordo com a Real Sociedade Espanhola Beneficente, que é responsável pelo hospital, o governo do Estado fez um pedido de desapropriação do prédio em setembro do ano passado, no valor de R$ 82 milhões. Esse valor, no entanto, é inferior ao montante do ativo imobiliário do equipamento, avaliado pela Justiça em R$ 195 milhões, e passa distante da dívida total do hospital, que está acima de R$ 450 milhões.

“Diante de um cenário de crise como esse, considero que é o momento ideal para a Justiça determinar o valor final do imóvel e destravar de vez esse impasse para se chegar a um acordo entre as partes”, defendeu Paulo Câmara.