TV Aratu – Reprovação das contas de 2010 de João Henrique

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Vereador consegue realização de obras em Jardim Nova Esperança e Baixa do Camurujipe

Paulo Câmara visita jardim nova esperança e
Morador de Jardim Nova Esperança conversa com Paulo Câmara

Nem a chuva que caiu em Salvador na manhã deste sábado (20) foi capaz de impedir Paulo Câmara de visitar as comunidades de Jardim Nova Esperança e Baixa do Camurujipe, em São Caetano.

Em Jardim Nova Esperança, Paulo visitou uma rua com mais de 600 metros de comprimento e uma ladeira bastante íngreme, que ele intermediou instalação de asfalto e banho de luz. Ao todo, foram mais de 110 pontos instalados.

A obra foi feita há dois anos e continua em perfeitas condições, já que o vereador sempre está presente, buscando nos órgãos públicos a manutenção dos serviços. “Aqui era barro, não subia carro, e quando chovia formava muita lama. Depois os moradores colocaram concreto até a metade da rua, mas não resolveu. Hoje estamos no céu”, relata o morador Renato Almeida.

Paulo Câmara lembra que quando esteve pela primeira vez na comunidade, ficou preocupado com a situação do bairro. “Eles viviam só de esperança. Carro de passeio não podia descer. Quando falavam que moravam na baixada, ninguém queria vir. Mas nós lutamos junto aos órgãos públicos, o serviço foi muito bem feito e agora é só conservar”, ressaltou. Na oportunidade, os moradores solicitaram a continuidade da pavimentação e remoção de entulho de um barranco que desabou.

Baixa do Camurujipe

Já na Baixa do Camurujipe, a principal reivindicação foi a criação de um desvio para a água da chuva que vem da Ladeira de São Caetano e acaba invadindo a comunidade. Eles também solicitaram a reforma da quadra de esportes e intensificação da coleta de lixo, cujo depósito é feito  em um container na entrada da Baixa.

Benefícios para comunidade  

Há cerca de um ano e meio,  o vereador levou iluminação para toda a comunidade da Baixa do Camurujipe, beneficiando cerca de 10 mil famílias que moram lá, conforme dados da líder comunitária Joselita Barbosa.

Paulo também ajudou a comunidade intermediando a construção de dois canais para escoamento das águas do rio Camurujipe, que  transbordava  frequentemente e inundava as casas.

PI Nº 269/13 – Indica a criação de uma unidade para atendimento ao Dispositivo de Segurança Preventiva (botão do pânico)

O Espírito Santo é o estado do Brasil onde há mais mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. Por isso, ele foi escolhido para aplicação do Dispositivo de Segurança Preventiva (DSP), conhecido popularmente como “botão do pânico”. Cem mulheres que estão sob medida protetiva na 11º Vara Criminal de Vitória, no Espírito Santo, receberam, no último dia 15 de abril, o “botão do pânico”.

Trata-se de um dispositivo eletrônico de segurança com GPS e também gravação de áudio. No momento em que o botão é pressionado, a central de monitoramento recebe um chamado e localiza a vítima. Toda a conversa ambiente poderá ser utilizada como prova judicial contra o agressor, já que elas ficam armazenadas em um banco de dados. A Guarda Municipal disponibilizará viaturas para atender exclusivamente as demandas relacionadas à Lei Maria da Penha, geradas por meio do dispositivo.

Por acreditar que o “botão do pânico” é uma importante ferramenta para garantir a segurança das mulheres que sofrem com a violência, Paulo Câmara deu entrada no Projeto de Indicação Nº 269/13.

A proposição sugere à Prefeitura a criação de uma unidade exclusiva, nos moldes da cidade de Vitória, para atendimentos ao DSP – Dispositivo de Segurança Preventiva.

Leia o projeto na íntegra

Projeto_Paulo Camara_Botao do panico

 

 

 

O folclore contemporâneo

Índios tentam invadir Palácio do Planalto
Foto: André Borges/Folhapress

Nossas crianças chegaram da escola mais coloridas, de penas, desenhos pelo corpo e cocar. Hoje, 19 de abril, é Dia do Índio, mas não temos muito para comemorar. Mais de 500 anos já passaram desde a tomada das terras brasileiras pelos portugueses, e os índios, que por aqui já estavam, ainda travam lutas para garantir seu direito ao uso das terras.

Segundo dados do IBGE (Censo 2010), a população indígena no Brasil é de apenas 896.917 pessoas que estão espalhas em todas as regiões do país, com destaque para os estados de Amazonas, Mato Grosso do Sul, Pernambuco e Bahia. O Censo aponta ainda que 42% dos índios não residem mais em terras indígenas, e o resgate do seu espaço natural tem movido suas lutas nos últimos anos.

Os jornais destacaram ontem, 18 de abril, a tentativa de invasão de 400 índios ao Palácio do Planalto. Na Bahia, o caso mais recente trata da invasão de um hotel de luxo no Sul do estado, no dia 07 de abril. Em ambos os casos o objetivo é chamar atenção para uma solução assertiva, e, sobretudo respeitosa, quanto à demarcação das terras indígenas.

Apesar do debate posto, a principal luta dos índios ainda estar por vir. Trata-se de uma quebra na barreira cultural, implantada, talvez, pela história contada nas escolas brasileiras. Crescemos com uma imagem meramente ilustrativa de que os índios são figuras folclóricas, que pintam seus rostos e dançam para obter sucesso nas caçadas.

O que não vemos, por exemplo, é que poderíamos estar muito mais avançados no exercício do conceito moderno que pauta o discurso de ambientalistas, cientistas e empresários no mundo todo: a sustentabilidade. Tribos indígenas de diferentes etnias carregam a marca de um exemplar convívio com a natureza, tirando seu sustento das matas e rios sem perder o foco da preservação para a manutenção das gerações futuras. É um conceito simples, mas que os “Homens Brancos” estão demorando muito para absorver e replicar.

Vamos aproveitar essa data para ampliar nosso conhecimento sobre a cultura indígena e interagir em prol do crescimento comum. Manifestações em defesa dos direitos dos índios vão acontecer em todo país. Na capital baiana será exibido o documentário “As Caravelas Passam”, no Largo Dois de Julho, a partir das 19h.

Obras pela melhoria da qualidade de vida em Cajazeiras

Paulo Camara faz obras pela mobilidade de Cajazeiras
Robert, ao lado de seu pai, conversa com Paulo

Uma escadaria íngreme, com rachaduras, além de um córrego aberto passando ao lado. Este era o cenário que o jovem Robert (14), uma pessoa com deficiência física, tinha que enfrentar todos os dias para sair de casa, em Cajazeiras 4. A mesma dificuldade era compartilhada por outra moradora, deficiente visual.

Diante disso, no ano passado, a família e os moradores da rua se reuniram e convocaram Paulo Câmara para ver de perto a situação. “Fizemos uma parceria com a Prefeitura para recompor o piso – a escada foi transformada em uma rampa – e criar o sistema de esgotamento sanitário. A obra ainda não está completa, porque ainda vamos fazer a segunda etapa até o final da rua, mas já melhorou bastante e ajudamos a melhorar também a vida de um deficiente físico e outro visual”, disse Paulo Câmara.

Paulo conta que fica feliz quando se depara com esses atos de solidariedade coletiva, sobretudo porque os moradores do final da rua optaram por deixar que a obra começasse da parte superior, para contemplar as pessoas com deficiência.

“Agora ficou melhor para ele subir, porque era uma escadinha e até o pessoal que descia com carro de mão, levando material de construção, tinha dificuldade”, avalia Roberto Santana, pai de Robert.

Cajazeiras 8

Paulo Câmara também esteve em Cajazeiras 8, onde instalou 106 pontos de luz no ano passado e, desta vez, foi conferir a manutenção que está sendo feita em alguns deles. A comunidade solicitou serviço de tapa-buraco e poda de árvores. As demandas já foram encaminhadas à Prefeitura.

O vereador também aproveitou a oportunidade para visitar as crianças da Escola Educandário Restauração, cuja fachada ele recuperou recentemente. “Trabalho aqui em Cajazeiras há dois anos e nossa obrigação é essa: sair do gabinete para ouvir os problemas das comunidades. Compete a nós resolvê-los”, enfatiza o vereador.

Tribuna da Bahia – Após rejeição, João Henrique fica inelegível até 2021

Câmara reprova contas e João Henrique fica inelegível_18.04.2014
Câmara reprova contas e João Henrique fica inelegível_18.04.2014

Rádio Metrópole- Extinção do voto secreto

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A Tarde – João Perde na Câmara, mas votação surpreende

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Paulo Câmara comenta votação das contas de 2010 do ex-prefeito- 18.04.2013

O povo na Tribuna: Câmara tem espaço para ouvir a população

 

Câmara Municipal de Salvador tem espaço para ouvir entidades
Popular ocupando a  Tribuna da Câmara

Segunda-feira é dia de Tribuna Popular. Pode até parecer nome de jornal, mas trata-se de uma importante ferramenta do povo para o exercício da plena democracia. Durante as sessões ordinárias, a Câmara destina 20 minutos para que entidades constituídas, a exemplo de associações de bairros e sindicatos, manifestem-se no plenário sobre assuntos relevantes para a categoria ou comunidade.
Em sua maioria, os representantes usam a tribuna para fazer reivindicações, denuncias, além de levar sugestões de projetos para os vereadores. Presente na maior parte das Casas Legislativas do Brasil, a Tribuna Popular foi instituída na Câmara Municipal de Salvador por volta de 1990, com o nome de Tribuna Livre.

A nomenclatura mudou, mas o objetivo continua sendo o mesmo: dar voz às pessoas. “A Câmara é a casa do povo e, portanto, as organizações sociais utilizam este espaço democrático para se manifestar em prol da ampliação de direitos para os segmentos que representam. A Tribuna Popular é mais um canal que aproxima o Legislativo Municipal dos ciddãos de Salvador”, afirma Paulo Câmara.

Como participar

Para ter acesso à Tribuna Popular, é preciso fazer agendamento prévio, na 3ª Secretaria, no Edifício Bahia Center (Rua Ruy Barbosa, Centro), entre segunda e terça-feira, no horário entre 9h e 12h. A inscrição com antecedência é necessária porque a participação é publicada no Diário Oficial do Legislativo. Assim, toda segunda-feira, duas entidades dividem a tribuna. Cada uma tem 10 minutos para falar.

Embora muitos desconheçam este espaço de diálogo, na atual legislatura a procura aumentou significativamente, ao ponto de raramente não ter inscrição para a Tribuna.

Parecer dos vereadores

Após a apresentação na Tribuna, os líderes dos partidos têm 3 minutos para se pronunciar e, se for o caso, encaminhar as reivindicações.

Popular na Tribuna

Na tarde da  última segunda-feira (15), o administrador Adalberto Bulhões Filho foi à Tribuna Popular e apresentou um projeto que propõe um recorte territorial da cidade, através de bacias hidrográficas e bairros. Adalberto participou da tribuna pela primeira vez e conta que a divisão territorial de Salvador é de 1959, por isso merece ser atualizada. Para ele, o levantamento de dados vai permitir um melhor planejamento e gestão da cidade.

No dia 04 de abril, o estudante de Ciências Sociais da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Yuri Brito, coordenador do Diretório Central dos Estudantes (DCE-Ufba), ocupou a Tribuna Popular da Câmara Municipal de Salvador para ressaltar sobre a história da entidade e as lutas do movimento estudantil na atualidade.

Quem pode utilizar

O espaço pode ser utilizado por partidos políticos; sindicatos; associação de bairros e similares; entidades estudantis; entidades de estudo e pesquisa; entidades populares e democráticas sem fins lucrativos e outros, a critério da Mesa Diretora.