Por conter substâncias tóxicas, o descarte inadequado de pilhas, baterias, celulares, câmaras digitais e outros aparelhos eletrônicos portáteis trazem riscos ao meio ambiente e à saúde pública. Preocupado com este cenário, Paulo Câmara criou um projeto de lei determinando que empresas que comercializam esses produtos instalem em suas unidades coletores de lixo eletrônico, conhecidos como papa-pilha.
Com isso, Paulo quer conscientizar as pessoas sobre a importância de reciclar esses materiais. Os coletores deverão ser instalados em locais visíveis, de preferência próximo ao balcão de venda dos aparelhos. As empresas serão responsáveis por dar destinação correta aos resíduos, em parceria com seus fabricantes e/ou fornecedores. O estabelecimento que descumprir a lei poderá ter o alvará de funcionamento cassado.
Com o objetivo de diminuir problemas com a mobilidade urbana em Salvador, Paulo Câmara criou um projeto de lei estabelecendo que as empresas contratem pelo menos 20% de mão de obra local, ou seja, moradores da região da cidade onde os estabelecimentos estão sediados ou bairros adjacentes.
Este projeto vai poupar o trabalhador de se deslocar para bairros distantes. Assim, ele terá menos stress, além de ganhar mais tempo para se dedicar à família, melhorando sua qualidade de vida.
Serão eximidas da obrigação as contratações que exijam especializações e/ou condições específicas regidas pela CLT e as empresas que tenham em seu quadro funcional menos de cinco funcionários contratados. Caso a lei seja descumprida, poderá ocorrer a cassação do alvará de funcionamento do estabelecimento.
Em dezembro do ano passado, um acidente matou quatro pessoas da mesma família, no interior do Rio Grande do Sul. O carro no qual eles estavam invadiu a pista contrária e colidiu com um caminhão. Indícios periciais apontaram que os pneus do veículo de passeio foram frisados. A prática consiste na adulteração de pneus carecas, através da criação de novos sulcos – em cima das marcas originais quase apagadas – é também uma realidade em Salvador.
Visando combater esta situação, Paulo Câmara acaba de dar entrada em um Projeto de Lei (PL 29/ 2013) que prevê a cassação do alvará de funcionamento de estabelecimentos comercias que frisam pneus. Por ser tão perigoso para o condutor do veículo e para os pedestres, o ato de frisar ou “riscar pneus” já é proibido pelo Código Brasileiro de Trânsito. A pena para o comerciante que insistir nesta prática será o fechamento do estabelecimento, que terá o alvará cassado pela Prefeitura.
Tatuagens e piercings, caso não sejam praticados em estabelecimentos adequados, têm riscos, como a transmissão de doenças infecciosas como as sexualmente transmissíveis (DSTs), AIDS, hepatite e infecções de pele; reações alérgicas; problemas na remoção da tatuagem; formação de queloides e nódulos e também a insatisfação devido à dificuldade para a remoção da tatuagem. Segundoo site indidicesdesaude.com, a contaminação ocorre “porque os procedimentos nem sempre são realizados em boas condições de higiene. Em muitos casos, agulhas são reutilizadas e, como há sangramento na região que vai ser trabalhada, até o dedo ou algodão utilizado para estancar o sangue pode transmitir doenças”.
Até por questões econômicas, muitos menores de idade procuram estabelecimentos insalubres para a aplicação de tatuagens e piercings. Portanto, procurando preservar a saúde dos adolescentes, Paulo Câmara deu entrada na Mesa Diretora da Casa em um projeto de lei que proíbe a aplicação de piercings e tatuagens em menores de 18 anos.
Fazer uma tatuagem é um procedimento que exige cuidado e reflexão. É preciso estar atento às condições de higiene e assepsia do local onde se vai realizar o processo e ter certeza da vontade de fazer para que não haja frustrações. No entanto, mesmo quando o desenho é feito voluntariamente, ocorrem arrependimentos. A questão torna-se ainda mais delicada quando se é tatuado contra a própria vontade ou o desenho lhe identifica como alguém marcado para morrer.
Muitos jovens que estão sob a tutela do Programa de Proteção de Adolescentes Ameaçados de Morte (Ppcaam) carregam no corpo tatuagens feitas por facções criminosas que os identificam como realizadores de atividades ilícitas ou portadores de condições vexatórias. Esses desenhos têm significados como: matadores de policiais; denunciadores de traficantes; abusados sexualmente; traficantes; etc. Esses adolescentes não conseguem retirá-los, mesmo após deixar a atividade criminosa, já que não têm dinheiro para pagar o procedimento.
Para que esses meninos e meninas tenham o direito de escolha, o vereador Paulo Câmara deu entrada no Projeto de Indicação N° 171/2013, requerendo ao governador Jaques Wagner que autorize que os adolescentes de Salvador que estejam em situação de risco possam retirar essas tatuagens a laser gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
A retirada com laser é um processo moderno que não deixa cicatrizes e permite que esses jovens possam de fato mudar de vida sem ter que carregar no corpo cicatrizes do passado. O tratamento é feito em várias sessões, de acordo com o tamanho do desenho, a profundidade e a pigmentação utilizada no procedimento. É preciso que a sociedade garanta, sob todos os aspectos, as chances de nossos jovens recomeçarem.
No atual momento político do país, onde a opinião pública clama por transparência, não cabe mais um político se esconder atrás de voto. O eleitor tem o direito de saber como está atuando o vereador no qual ele confiou o seu voto. Afinal, o artigo 5º da Constituição Federal estabelece que todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular ou coletivo. Neste contexto, Paulo Câmara apresentou o projeto PRE 03/2013, visando acabar com o voto secreto na Câmara Municipal de Salvador. Ele suprime do Regimento Interno dispositivos que garantem o voto secreto em determinadas matérias. Atualmente, a votação das contas do prefeito e os vetos do chefe do Poder Público municipal ocorrem em regime de voto secreto.
Se você anda de carro pelas ruas de Salvador, certamente já deve ter sido abordado pelos guardadores de veículos, também conhecidos como “flanelinhas”. Eles privatizam as vias públicas e causam insegurança aos cidadãos, através de uma aproximação provocativa e muitas vezes até violenta. Observando este cenário, Paulo Câmara criou um projeto de lei que promete acabar com essa prática.
O texto determina que os flanelinhas flagrados em atividade devem ser presos e enquadrados no artigo 47 da Lei de Contravenções Penais, que prevê pena de 15 dias a 3 meses de prisão ou pagamento de multa. Ficará a cargo da Superintendência de Segurança Urbana e Prevenção à Violência (SUSPREV) a fiscalização, remoção e o encaminhamento dos flanelinhas que descumprirem as normas à autoridade policial.
O projeto de lei nº 38/12, em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), determina que apenas o Poder Público pode explorar comercialmente o estacionamento de veículos em áreas públicas. A proposta de Paulo Câmara serve para exemplificar uma das principais funções de um vereador: elaborar leis para beneficiar a cidade em que você vive. Elas são analisadas pelas comissões e depois são votadas em plenário.
Porta-voz das comunidades
O vereador também deve estar bem perto de você, visitando os bairros e conhecendo as necessidades de cada região. Digamos que está faltando iluminação e asfalto na sua rua, o único posto de saúde do bairro encontra-se em reforma e a comunidade precisa de atendimento. O vereador pode te ajudar a resolver todos esses problemas e contribuir para que você tenha seus direitos básicos garantidos, já que ele é, simbolicamente, uma ponte entre você e a Prefeitura.
O vereador deve enviar um ofício para os órgãos municipais, relatando as reivindicações das comunidades e cobrando uma solução. Você também pode ir até os gabinetes dos vereadores e encaminhar as solicitações que visem beneficiar o coletivo da sua região, bairro ou rua. Afinal, o vereador deve ser o porta-voz dos anseios das comunidades.
Agente fiscalizador
Além disso, os vereadores são responsáveis por fiscalizar o trabalho da Prefeitura. Os parlamentares devem estar sempre vigilantes acerca dos contratos, convênios e licitações celebrados pela Prefeitura, com o intuito de saber se está ocorrendo uma boa aplicação dos recursos públicos. Anualmente, as contas do prefeito e dos gestores dos órgãos públicos municipais são aprovadas ou rejeitadas pela Câmara Municipal, após o parecer do Tribunal de Contas dos Municípios. Caso as contas sejam rejeitadas, o prefeito pode ficar inelegível.
Outra interface entre a Prefeitura e o Legislativo municipal é o envio de matérias do Executivo para avaliação da Câmara de Vereadores. Estas são as diretrizes das funções exercidas pelo vereador. Mas não esqueça. Você também é um agente da cidadania e pode e deve acompanhar os trabalhos do Legislativo municipal. Interaja com seu vereador, visite as sessões da Câmara Municipal; acompanhe o dia a dia da Câmara através do site www.cms.ba.gov.br. Nesta home page, fique de olho na Seção Portal da Transparência. Assista à TV Câmara (SIMTV, canal 10) e participe ativamente do cotidiano do Legislativo da sua cidade.
Projeto quer proibir a aplicação de tatuagens e piercings em menores
Tatuagens e piercings, caso não sejam aplicados em estabelecimentos adequados,oferecem riscos para a saúde. Entretanto, muitos jovens, até por questões econômicas, procuram estabelecimentos insalubres para a aplicação de tatuagens e piercings. A fim de proteger a saúde dos adolescentes, o vereador Paulo Câmara apresentou um Projeto de Lei que proíbe a aplicação de piercings e tatuagens em menores de 18 anos (PL 30/2013).
Na justificativa da proposta, o vereador declara que “a Câmara Municipal de Salvador não pode se furtar do seu papel e tem a obrigação de fazer cumprir o ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente). Portanto, precisamos preservar a integridade física dos adolescentes”, afirmou.
Segundo a proposta, os estabelecimentos comerciais, entidades, tatuadores, body piercers, profissionais liberais, ou qualquer pessoa que aplique tatuagens permanentes, ou ainda realizem a colocação de adornos, como brincos, argolas ou alfinetes, mais conhecidos como piercings, que perfurem a pele do corpo humano, ficam proibidos de realizar estes procedimentos em menores de 18 anos. Caso o projeto seja aprovado, o não cumprimento acarretará no fechamento do estabelecimento.
Os riscos são inúmeros para o organismo, como a transmissão de doenças infecciosas como as sexualmente transmissíveis (DSTs), AIDS, hepatite e infecções de pele; reações alérgicas; problemas na remoção da tatuagem; formação de queloides e nódulos e também a insatisfação devido à dificuldade para a remoção da tatuagem.
Segundo o site indidicesdesaude.com, a contaminação ocorre “porque os procedimentos nem sempre são realizados em boas condições de higiene. Em muitos casos, agulhas são reutilizadas e, como há sangramento da região que vai ser trabalhada, até o dedo ou algodão utilizado para estancar o sangue pode transmitir doenças”.
TV Câmara Salvador vai aproximar ainda mais o cidadão do Lesgislativo
Agora, o sinal da TV Câmara, antes restrito ao site do Legislativo Municipal (www.cms.ba.gov.br), é retransmitido pela SIMTV, TV a cabo do Grupo Bandeirantes de Comunicação. E até o final do ano, através de um convênio com a Câmara dos Deputados, a TV Câmara será restransmitida em sinal aberto.
Outra inovação é que, a partir de agora, no Portal da Transparência da Casa, na Seção Proposições Legislativas, o cidadão pode acompanhar todo o trâmite das propostas dos vereadores. “Um projeto sofre muitas vezes alterações com emendas e há também os pareceres das comissões. Com esta inovação, as pessoas podem acompanhar o andamento das propostas dos parlamentares e também se o projeto vai virar uma lei”, explica Paulo Câmara.
Também está em fase de implantação, com previsão até o final do ano, uma seção no site da Câmara Municipal onde o cidadão poderá fiscalizar o passo-a-passo de toda a execução orçamentária do Legislativo municipal.
O Portal da Transparência atende os preceitos da Lei de Acesso à Informação (Lei 12.527/2011) e conta, dentre outros dados, com as atas das sessões ordinárias e despesas com viagens, assim como o resumo da produção legislativa anual.
“O Orçamento da Casa; a atuação do parlamentar e diversos itens que compõem o funcionamento da Câmara; despesas e a atuação desta Casa podem e devem ser fiscalizados pelo cidadão. A transparência é um dever do político”, afirmou Paulo Câmara.